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Por falar em abutres, já reparaste que só comentas no Tagus ou em Portucalis quando há zangas? Quando há coisas boas é raro apareceres. Gostos…
Apesar de não ser verdade, é um facto que me salta a tampa quando assisto a injustiças, portanto tens razão: não é gostar, mas não sou capaz de me calar quando vejo alguém de quem gosto a ser atacado e vou lá defender com unhas e dentes. Provavelmente é por essa mesma razão que aqui comentas, quando comentas, pois também nunca aqui te vi a comentar uma coisa boa.
Sinceramente, Cat, nem vale a pena… E a mim caiu-me muito mal.
O que é curioso, Ana, é que cá vinha hoje emendar o post e dizer exactamente o mesmo: que não valia a pena, que não adianta e que as pessoas não vão perceber mesmo porque é que algumas coisas não se fazem assim. Entretanto estive a ler o blog da Summer e lá está tudo escrito, tudo aquilo que não só discordo, mais que isso: me revolta e que não é normal (os anúncios nos grupos do Caneco e da Galeria sobre o funeral, o próprio anúncio em si, já que quem deveria ir seriam apenas os amigos chegados e esses claro que não precisam daquela publicidade, a utilização de fotos reais dela, quando nunca as colocou em lado nenhum, enfim, acima de tudo a atitude de agressividade brutal geral contra quem acha que isso não é decente ou digno e se transformou numa feira).
E não é normal mesmo: ontem estava a conversar com alguns amigos sobre isto e estava tudo pasmado. Claro que depois, quando se diz que no SL é só doidos, como é que explicamos que não?
Uma tristeza.
Cat: Não sei o que entendes por circo e palhaçadas no contexto em questão. Mas não houve. Se tivesse havido teria de incluir como palhaçada os posts que fiz em portucalis e no meu próprio blogue bem como os comentários noutros postes e blogues. E não fiz palhaçada. ‘Limitei-me’ a conhecer bem e a conviver com a pessoa que estava por detrás de uma boneca chamada Margarita.
E todos que hoje estivemos no funeral não somos abutres. Se calhar, às vezes, mais valia sê-lo: era a ‘fama’ e o proveito. E se doidos há em todo o lado, por enquanto ainda não me considero tal, se bem que às vezes o pareça. Podes dizer aos teus amigos que SL não são só doidos.
E a palavra da Summer não constitui dogma. Gosto muito dela, como gosto de ti e da AnaLu (que também comentou) e às três respeito como bem sabem. Mas não têm razão. Estão muito enganadas quanto aos circos, às palhaçadas e aos abutres. Provavelmente faltou-vos conhecer a Margarita e a pessoa por trás. E acho que não vou deixar mais comentários em postes, blogues o que seja, sobre este assunto. Aí estaria, sem dúvida, a entrar em palhaçadas.
M2 (Augusto Abade)
Augusto, já expliquei no comentário de cima. Não considerei posts em blogs, fossem eles quais fossem, porque os blogs são exactamente aquilo que o autor quer que sejam e eu isso respeito em absoluto e penso que, se há sítio onde se possa “chorar” em público, é, sem dúvida, o próprio blog.
Não te chamei abutre a ti e sabes perfeitamente bem que não te considero abutre, nem a mais uma série de gente. Aliás, não sei porque te metes nessa pele, quando eu refiro no meu post “gente sincera que me merece respeito”, e não te metes nessa outra.
Não, Augusto, felizmente sei pensar por mim e não preciso daquilo que a Summer acha, para ter a minha própria opinião. Fui a primeira, aliás, a dizer-lhe que achava de péssimo gosto ela ter colocado a foto da pessoa por detrás da Margarita, na Ilha Margarita, quando a Margarita nunca tinha colocado imagem real nenhuma em blog algum, ao que me explicou como se tinha passado.
Quanto a não conhecer a Margarita, eu “não conheci” a Margarita na medida de ter passado dezenas de noites com ela no SL. Percebes? Provavelmente a seguir às pessoas que conheço realmente bem, “não conheci” a Margarita como “não conheço” mais algumas pessoas de quem gosto e com quem conversei e troquei e ouvi confidências. E a pessoa que eu conheci era, quanto mais não fosse, reservada na sua vida privada. Para além disso, creio que a Summer a conhecia bastante bem e mais algumas pessoas que pensam como eu também a conheciam lindamente e acham mal as coisas que enumerei em cima: a saber, anúncios em grupos como se de um evento se tratasse, fotos reais dela in-world e em blogs e a agressividade total com que caíram em cima das pessoas que chamaram a atenção que isso, na opinião delas, não era digno.
Mas se achas que uma pessoa que sempre foi reservada, acharia lindamente que chamassem para o funeral num grupo e espalhassem a foto RL dela por todo o lado, pois então, terás razão; reservo-me, de qualquer forma, de ter a minha opinião sobre aquilo que penso ser privado e apenas para os mais chegados que é a morte de alguém.
Só mais uma coisa: não tenho dúvidas sobre a tristeza verdadeira dos amigos dela. Nenhuma. Mas também não tenho dúvidas sobre a tristeza verdadeira daquelas mulheres que gritam e arrancam cabelos em funerais e se atiram para dentro dos buracos e não considero isso exactamente um comportamento “normal”. Acho, lá está, um circo.
Hoje, na serenidade e silêncio condoído com que as exéquias da Margarita decorreram, disse-lhe “Até já, querida!”. Aos familiares disse “Até um dia, lá em casa”. Aos amigos disse “Até logo”. Aqui só me surge dizer “Adeus”.
… com toda a dor que me vai na alma.
Marga, toda a gente é livre de fazer as escolhas que acha que deve fazer. Tenho muita pena.
As perspectivas são totalmente diferentes e parecem-me infelizmente dificeis de conciliar. Ao contrário da maior parte do grupo que a Maggie frekuentava, a minha relação com ela foi sobretudo na base do one-to-one. Feitas de horas em ke falámos, aki mesmo as duas sentadas na minha cama até kuase cairmos para o lado, noite dentro. Ou em que uma se ligava in-world e por detrás de uma só boneca teclávamos a quatro mãos com algum amigo comum até o conseguirmos baralhar por completo, hehehe… Feitas de noites em branco in-world, a ler e reler conversas significativas… com pessoas significativas, a esmiuçarmos pormenores e a tentar descobrir as intenções ocultas por detrás das palavras dos gajos (ke não existem, todas sabemos que eles dizem o que lá tá escritoo e prontos, lol). Feitas de tardes estiradas na areia da praia a olhar para os corpinhos dos surfistas e a espremermos pontos negros uma à outra.
Eu, como já disse em outros locais, não entro em concursos deo género “eu conheci-a melhor do que tu”. Conheci o que conheci. Mas também não se me enfia a carapuça de “me ter faltado conhecer a pessoa por detrás da boneca” Assim como não entendo como é que pessoas como o M2 e a Marga se identificam com o bando, enfim…
A Maggie era a boa disposição e o riso sim… mas quem a conheceu sabe que era muito mais do que isso – e daí a minha estranheza, o meu choque, em estarem a tomar essas opções todas…
E por aqui me fico, porque quem a conheceu melhor do que nós todos juntos mo pediu, e é alguém por quem eu tenho um carinho mesmo grande e deve estar a sofrer horrores com tudo isto.
Acho que não há mais a dizer sobre este assunto.