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	<title>
	Comentários em: CopyBot	</title>
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	<description>Blog português sobre a realidade virtual do metaverso Second Life™</description>
	<lastBuildDate>Mon, 22 Sep 2008 23:01:32 +0000</lastBuildDate>
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	<item>
		<title>
		Por: aff		</title>
		<link>https://getasecondlife.net/2008/09/second-life-geral/copybot/comment-page-1/#comment-31357</link>

		<dc:creator><![CDATA[aff]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Sep 2008 23:01:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ainda axo q tds vcs tem]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ainda axo q tds vcs tem</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Ana Lutetia		</title>
		<link>https://getasecondlife.net/2008/09/second-life-geral/copybot/comment-page-1/#comment-30744</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ana Lutetia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Sep 2008 17:18:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[@ElectroEscadas,
Se suspeitares de algum conteúdo podes perguntar ao criador original se lhe parece roubado. A questão é que não existe uma marca que identifique... :/]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>@ElectroEscadas,<br />
Se suspeitares de algum conteúdo podes perguntar ao criador original se lhe parece roubado. A questão é que não existe uma marca que identifique&#8230; :/</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ElectroescadaS		</title>
		<link>https://getasecondlife.net/2008/09/second-life-geral/copybot/comment-page-1/#comment-30720</link>

		<dc:creator><![CDATA[ElectroescadaS]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 19:10:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ana uma pergunta:

Como é que eu sei se determinado objecto é roubado ou não? É que denunciar situações sem o mínimo de provas é no mínimo constrangedor.

Tens algum programa que querias disponibilizar no SL para que possamos ajudar nessa situação?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ana uma pergunta:</p>
<p>Como é que eu sei se determinado objecto é roubado ou não? É que denunciar situações sem o mínimo de provas é no mínimo constrangedor.</p>
<p>Tens algum programa que querias disponibilizar no SL para que possamos ajudar nessa situação?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Ana Lutetia™		</title>
		<link>https://getasecondlife.net/2008/09/second-life-geral/copybot/comment-page-1/#comment-30719</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ana Lutetia™]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 18:09:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://getasecondlife.net/2008/09/second-life-geral/copybot/#comment-30719</guid>

					<description><![CDATA[@Jaxx
(Não tens nada que pedir desculpa...)
Segundo consta, o tal do CopyBot descarrega ilegalmente para o computador o conteúdo do SL. Quando o conteúdo está no computador do prevaricador, o mesmo pode fazer novamente o upload para o SL ficando o próprio como criador e vendendo ao preço que lhe apetecer o trabalho de outras pessoas que obteve através de um download ilegal. E ainda há os copiões (® do Jaxx) que inventam. Ou seja, roubam dos outros e modificam. Além do download ilegal temos um atentado ao copyright do autor. Por exemplo, nas skins há uns que simplesmente colam pedaços (tipo Frankstein) e há outros que após colar os pedaços os modificam para ficarem diferentes do original a ver se passa despercebido.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>@Jaxx<br />
(Não tens nada que pedir desculpa&#8230;)<br />
Segundo consta, o tal do CopyBot descarrega ilegalmente para o computador o conteúdo do SL. Quando o conteúdo está no computador do prevaricador, o mesmo pode fazer novamente o upload para o SL ficando o próprio como criador e vendendo ao preço que lhe apetecer o trabalho de outras pessoas que obteve através de um download ilegal. E ainda há os copiões (® do Jaxx) que inventam. Ou seja, roubam dos outros e modificam. Além do download ilegal temos um atentado ao copyright do autor. Por exemplo, nas skins há uns que simplesmente colam pedaços (tipo Frankstein) e há outros que após colar os pedaços os modificam para ficarem diferentes do original a ver se passa despercebido.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Jaxx Convair		</title>
		<link>https://getasecondlife.net/2008/09/second-life-geral/copybot/comment-page-1/#comment-30717</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jaxx Convair]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 17:59:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Olás de novo :)

A minha intenção na analogia acima surgiu apenas de um ponto de vista, digamos... Introspectivo lol
Quero com isto dizer:
Teremos moral para acusar os &quot;copiões&quot; no SL reportando-os aos criadores originais quando cometemos (a maioria) os mesmos erros/delitos na RL?

Tal como não o faço na RL, a menos que seja eu o lesado, não me cabe a mim acusar quem quer que seja.

Para mim não existe ambiente SL. Entendo o SL como uma nova plataforma cheia de novas potencialidades. Embora ainda pouco exploradas, acho-as bastante promissoras. Penso que devemos usar o SL como mais uma ferramenta disponível, tal como usamos o e-mail, a web, etc. O próprio nome é bastante redutor, isto não deveria ser uma segunda vida... mas isto são outros 500 e fogem completamente ao tópico. Peço desde já desculpa :)

Cumprimentos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olás de novo 🙂</p>
<p>A minha intenção na analogia acima surgiu apenas de um ponto de vista, digamos&#8230; Introspectivo lol<br />
Quero com isto dizer:<br />
Teremos moral para acusar os &#8220;copiões&#8221; no SL reportando-os aos criadores originais quando cometemos (a maioria) os mesmos erros/delitos na RL?</p>
<p>Tal como não o faço na RL, a menos que seja eu o lesado, não me cabe a mim acusar quem quer que seja.</p>
<p>Para mim não existe ambiente SL. Entendo o SL como uma nova plataforma cheia de novas potencialidades. Embora ainda pouco exploradas, acho-as bastante promissoras. Penso que devemos usar o SL como mais uma ferramenta disponível, tal como usamos o e-mail, a web, etc. O próprio nome é bastante redutor, isto não deveria ser uma segunda vida&#8230; mas isto são outros 500 e fogem completamente ao tópico. Peço desde já desculpa 🙂</p>
<p>Cumprimentos</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Ana Lutetia		</title>
		<link>https://getasecondlife.net/2008/09/second-life-geral/copybot/comment-page-1/#comment-30715</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ana Lutetia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 17:17:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://getasecondlife.net/2008/09/second-life-geral/copybot/#comment-30715</guid>

					<description><![CDATA[@Desalinhado
Sim, a questão até poderá ser pertinente mas a analogia não faz sentido porque estamos somente a falar de ambiente SL. Continuando a analogia: não faz mal roubar conteúdos dentro do SL porque também se faz fora do SL...? 

Relativamente a programas, deixo aqui uns links de programas gratuitos para tudo aquilo que referes no teu comentário:
Edição de Imagem - &lt;a href=&quot;http://www.gimp.org/&quot; target=_new rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Gimp&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://www.pixlr.com/app/&quot; target=_new rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Pixlr&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://www.picnik.com/&quot; target=_new rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Picnik&lt;/a&gt; ou &lt;a href=&quot;http://www.photoscape.org/ps/main/index.php&quot; target=_new rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Photoscape&lt;/a&gt; &#124; &lt;a href=&quot;http://wiki.secondlife.com/wiki/Sculpted_Prims:_3d_Software_Guide&quot; target=_new rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Sculpted Prims: 3D Software Guide&lt;/a&gt;
Animações - &lt;a href=&quot;http://www.qavimator.org/&quot; target=_new rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Qavimator&lt;/a&gt;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>@Desalinhado<br />
Sim, a questão até poderá ser pertinente mas a analogia não faz sentido porque estamos somente a falar de ambiente SL. Continuando a analogia: não faz mal roubar conteúdos dentro do SL porque também se faz fora do SL&#8230;? </p>
<p>Relativamente a programas, deixo aqui uns links de programas gratuitos para tudo aquilo que referes no teu comentário:<br />
Edição de Imagem &#8211; <a href="http://www.gimp.org/" target=_new rel="nofollow">Gimp</a>, <a href="http://www.pixlr.com/app/" target=_new rel="nofollow">Pixlr</a>, <a href="http://www.picnik.com/" target=_new rel="nofollow">Picnik</a> ou <a href="http://www.photoscape.org/ps/main/index.php" target=_new rel="nofollow">Photoscape</a> | <a href="http://wiki.secondlife.com/wiki/Sculpted_Prims:_3d_Software_Guide" target=_new rel="nofollow">Sculpted Prims: 3D Software Guide</a><br />
Animações &#8211; <a href="http://www.qavimator.org/" target=_new rel="nofollow">Qavimator</a></p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Desalinhado		</title>
		<link>https://getasecondlife.net/2008/09/second-life-geral/copybot/comment-page-1/#comment-30713</link>

		<dc:creator><![CDATA[Desalinhado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 16:37:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ou então temos que ter mais respeito pelo trabalho da pessoa por trás do avatar dono da Cake, ou de quem quer que tenha sido copiado, do que os tubarões e malandros ma Microsoft e da Adobe por exemplo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ou então temos que ter mais respeito pelo trabalho da pessoa por trás do avatar dono da Cake, ou de quem quer que tenha sido copiado, do que os tubarões e malandros ma Microsoft e da Adobe por exemplo.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Desalinhado		</title>
		<link>https://getasecondlife.net/2008/09/second-life-geral/copybot/comment-page-1/#comment-30712</link>

		<dc:creator><![CDATA[Desalinhado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 16:35:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ponto fulcral do coment do jaxx é bem desviado, mas estamos aqui perante uma questão que me parece interessante e pertinente. Queixamo-nos dos copy bots e tal, e eu entendo e não sou de todo a favor dos copy bots, ou de roubos de texturas ou seja lá o que for, mas depois na volta o photoshop que usamos para criar as mesmas, os programas que usamos para criar objectos 3d, ou mesmo poses que depois importamos lá para dentro, são completamente pirateados, quiçá até mesmo o windows, se for xp, porque o vista ninguem quer mesmo.
Dá que pensar, lá isso dá.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ponto fulcral do coment do jaxx é bem desviado, mas estamos aqui perante uma questão que me parece interessante e pertinente. Queixamo-nos dos copy bots e tal, e eu entendo e não sou de todo a favor dos copy bots, ou de roubos de texturas ou seja lá o que for, mas depois na volta o photoshop que usamos para criar as mesmas, os programas que usamos para criar objectos 3d, ou mesmo poses que depois importamos lá para dentro, são completamente pirateados, quiçá até mesmo o windows, se for xp, porque o vista ninguem quer mesmo.<br />
Dá que pensar, lá isso dá.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Ana Lutetia		</title>
		<link>https://getasecondlife.net/2008/09/second-life-geral/copybot/comment-page-1/#comment-30706</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ana Lutetia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 14:54:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[@Jaxx
Pequeno pormenor: ninguém vai gastar um cêntimo teu porque os processos (a existirem) serão nos EUA. Temos prendinhas de Natal...? ;)

@Rui,
De acordo com o ToS é proibido, por exemplo, dares-me a tua password de acesso ou eu dar-te a minha. A única forma de transferir avatares é por testamento ou através de um documento escrito. O avatar da criadora da Last Call (que, entretanto, faleceu) era partilhado por duas pessoas. A LL<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2122.png" alt="™" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> tinha conhecimento do facto porque foram informados através de um documento e aceitou a partilha do avatar somente entre aquelas duas pessoas.&lt;p&gt;


Vamo-nos focar no metaverso e deixar uma questão: &lt;strong&gt;denunciariam conteúdo roubado se o detectassem? Se sim, como?&lt;/strong&gt; 
Aquilo que tenho feito é contactar o criador original e informá-lo mas se tiverem mais dicas sobre como o fariam mas se tiverem outro processo que considerem melhor partilhem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>@Jaxx<br />
Pequeno pormenor: ninguém vai gastar um cêntimo teu porque os processos (a existirem) serão nos EUA. Temos prendinhas de Natal&#8230;? 😉</p>
<p>@Rui,<br />
De acordo com o ToS é proibido, por exemplo, dares-me a tua password de acesso ou eu dar-te a minha. A única forma de transferir avatares é por testamento ou através de um documento escrito. O avatar da criadora da Last Call (que, entretanto, faleceu) era partilhado por duas pessoas. A LL™ tinha conhecimento do facto porque foram informados através de um documento e aceitou a partilha do avatar somente entre aquelas duas pessoas.</p>
<p>Vamo-nos focar no metaverso e deixar uma questão: <strong>denunciariam conteúdo roubado se o detectassem? Se sim, como?</strong><br />
Aquilo que tenho feito é contactar o criador original e informá-lo mas se tiverem mais dicas sobre como o fariam mas se tiverem outro processo que considerem melhor partilhem.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Desalinhado		</title>
		<link>https://getasecondlife.net/2008/09/second-life-geral/copybot/comment-page-1/#comment-30702</link>

		<dc:creator><![CDATA[Desalinhado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 13:12:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[lol jaxx...dói mas é verdade!!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>lol jaxx&#8230;dói mas é verdade!!!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Jaxx Convair		</title>
		<link>https://getasecondlife.net/2008/09/second-life-geral/copybot/comment-page-1/#comment-30693</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jaxx Convair]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 09:59:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://getasecondlife.net/2008/09/second-life-geral/copybot/#comment-30693</guid>

					<description><![CDATA[Quem daqui nunca usou software pirata e/ou copiou um cd de música, fez download de um mp3, gravou uma cassete (que saudades destas!)?!

Ai ai! Seus malandrecos! Este Natal não há prendinhas para ninguém! ;)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem daqui nunca usou software pirata e/ou copiou um cd de música, fez download de um mp3, gravou uma cassete (que saudades destas!)?!</p>
<p>Ai ai! Seus malandrecos! Este Natal não há prendinhas para ninguém! 😉</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Rui Clary		</title>
		<link>https://getasecondlife.net/2008/09/second-life-geral/copybot/comment-page-1/#comment-30692</link>

		<dc:creator><![CDATA[Rui Clary]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 09:55:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://getasecondlife.net/2008/09/second-life-geral/copybot/#comment-30692</guid>

					<description><![CDATA[Estive a ler os precedentes Comments do Ronin , Gwyneth e de M2life, não discordo de nada do que foi dito, embora mantenha a minha opinião em que as Leis terão de sofrer &quot;adaptações&quot; ao Metaverso.
Acho que as leis não estão preparadas para o conceito de &quot;Avatar&quot;- Que engloba nele também uma espécie de personalidade virtual registada online, que tem o seu portfolio, o seu dinheiro, os seus valores artísticos, as suas propriedades, os seus amigos, os seus grupos sociais, e toda a restante &quot;paraferália&quot; que lhe dá valor e inventário.
O avatar, pode namorar, ofender, roubar, falar e estranhamente pode ser &quot;dado, vendido ou partilhado&quot;, por diversos seres humanos ou instituições ou mesmo roubado. Confesso que não me recordo se os termos do acordo com a LL permitem a partilha ou transferência de Avatares, nem os vou agora reler. 
Recordo-me de um valioso avatar que foi colocado à venda depois de ter criado uma comunidade Portuguesa, com centenas de avatares nela inscritos, entre outro património...
Claro que em caso de crime, o criminoso não é o avatar , mas quem está a cometer o crime, usando o avatar como ferramenta.

Podemos sempre dizer que a melhor lei é a que diz &quot;Não roubarás&quot;, e que eu chamo, &quot;A Lei Mandamento&quot;.Aplica-se a tudo!!O pior, é quando colocamos lá um um &quot;mas&quot; ou um &quot;se&quot; ou ou &quot;porque&quot;.
No metaverso temos pela primeira vez a noção de que estamos &quot;lá dentro&quot; com (quase)os cinco sentidos. Ainda há pouco aqui no Geta, apareceu num post uma thread com dezenas de comments, onde são gratuitamente(ou não) feitas as mais diversas acusações de crimes, e tudo impunemente, como se estivessem a brincar com bonecas numa qualquer Ludoteca.
Pergunto eu: &quot;Não pensará a lei, que de facto se está a brincar com bonecos?&quot;
Sempre que aparecem palavras como mediação ou arbitragem, eu desconfio sempre do sistema por detrás.Provaelmente, é um sistema em que a complexidade de um processo crime, não leva a lado nenhum, ou demora &quot;milénios&quot; até levar.
Gwyneth, os meios de comunicação colocados à disposição do Avatar, são já tantos, e lembro-me do chat, IM, Voice, email, notecard, flyer-texture, ad-farm, notice, etc. Será literalmente impossível manter emstorage esse big brother que descreves. Seria sim possível fazer &quot;escutas&quot; como se faz na vida real.
O Metaverso terá de ter regras e protocolo próprio, ao qual todas as ferramentas, sistemas e Mundos virtuais terão de obedecer para que possam estar incluídos, e isto parece-me fundamental para que a &quot;lei dos vivos&quot; se possa &quot;imiscuir&quot; sem demorar 10 anos para chegar a lado nenhum.
Não creio que o tal copybot tenha feito ou  consiga fazer fraudes com &quot;dinheiro de 4 dígitos&quot;, mas tudo se encaminha nesse sentido.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estive a ler os precedentes Comments do Ronin , Gwyneth e de M2life, não discordo de nada do que foi dito, embora mantenha a minha opinião em que as Leis terão de sofrer &#8220;adaptações&#8221; ao Metaverso.<br />
Acho que as leis não estão preparadas para o conceito de &#8220;Avatar&#8221;- Que engloba nele também uma espécie de personalidade virtual registada online, que tem o seu portfolio, o seu dinheiro, os seus valores artísticos, as suas propriedades, os seus amigos, os seus grupos sociais, e toda a restante &#8220;paraferália&#8221; que lhe dá valor e inventário.<br />
O avatar, pode namorar, ofender, roubar, falar e estranhamente pode ser &#8220;dado, vendido ou partilhado&#8221;, por diversos seres humanos ou instituições ou mesmo roubado. Confesso que não me recordo se os termos do acordo com a LL permitem a partilha ou transferência de Avatares, nem os vou agora reler.<br />
Recordo-me de um valioso avatar que foi colocado à venda depois de ter criado uma comunidade Portuguesa, com centenas de avatares nela inscritos, entre outro património&#8230;<br />
Claro que em caso de crime, o criminoso não é o avatar , mas quem está a cometer o crime, usando o avatar como ferramenta.</p>
<p>Podemos sempre dizer que a melhor lei é a que diz &#8220;Não roubarás&#8221;, e que eu chamo, &#8220;A Lei Mandamento&#8221;.Aplica-se a tudo!!O pior, é quando colocamos lá um um &#8220;mas&#8221; ou um &#8220;se&#8221; ou ou &#8220;porque&#8221;.<br />
No metaverso temos pela primeira vez a noção de que estamos &#8220;lá dentro&#8221; com (quase)os cinco sentidos. Ainda há pouco aqui no Geta, apareceu num post uma thread com dezenas de comments, onde são gratuitamente(ou não) feitas as mais diversas acusações de crimes, e tudo impunemente, como se estivessem a brincar com bonecas numa qualquer Ludoteca.<br />
Pergunto eu: &#8220;Não pensará a lei, que de facto se está a brincar com bonecos?&#8221;<br />
Sempre que aparecem palavras como mediação ou arbitragem, eu desconfio sempre do sistema por detrás.Provaelmente, é um sistema em que a complexidade de um processo crime, não leva a lado nenhum, ou demora &#8220;milénios&#8221; até levar.<br />
Gwyneth, os meios de comunicação colocados à disposição do Avatar, são já tantos, e lembro-me do chat, IM, Voice, email, notecard, flyer-texture, ad-farm, notice, etc. Será literalmente impossível manter emstorage esse big brother que descreves. Seria sim possível fazer &#8220;escutas&#8221; como se faz na vida real.<br />
O Metaverso terá de ter regras e protocolo próprio, ao qual todas as ferramentas, sistemas e Mundos virtuais terão de obedecer para que possam estar incluídos, e isto parece-me fundamental para que a &#8220;lei dos vivos&#8221; se possa &#8220;imiscuir&#8221; sem demorar 10 anos para chegar a lado nenhum.<br />
Não creio que o tal copybot tenha feito ou  consiga fazer fraudes com &#8220;dinheiro de 4 dígitos&#8221;, mas tudo se encaminha nesse sentido.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Jaxx Convair		</title>
		<link>https://getasecondlife.net/2008/09/second-life-geral/copybot/comment-page-1/#comment-30691</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jaxx Convair]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 09:48:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://getasecondlife.net/2008/09/second-life-geral/copybot/#comment-30691</guid>

					<description><![CDATA[Com tantos casos gritantes neste país, quando gastarem 1 cêntimo das minhas contribuições num processo que envolva uma textura (ou outra coisa) roubada no SL, será seguramente altura de emigrar :)

Não quero dizer com isto que sou a favor da pirataria. Apenas acho que, para continuarmos a viver o SL de uma forma saudável, não devemos levar certas situações tão a sério.

Cumprimentos a todos!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com tantos casos gritantes neste país, quando gastarem 1 cêntimo das minhas contribuições num processo que envolva uma textura (ou outra coisa) roubada no SL, será seguramente altura de emigrar 🙂</p>
<p>Não quero dizer com isto que sou a favor da pirataria. Apenas acho que, para continuarmos a viver o SL de uma forma saudável, não devemos levar certas situações tão a sério.</p>
<p>Cumprimentos a todos!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: M2life Paravane		</title>
		<link>https://getasecondlife.net/2008/09/second-life-geral/copybot/comment-page-1/#comment-30677</link>

		<dc:creator><![CDATA[M2life Paravane]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 02:19:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[...&quot;Um “pirata” que seja apanhado vai ter uma vida terrível durante o processo. Mesmo que nunca seja metido na cadeia, ou que nem sequer lhe apliquem uma multa — toda a gente vai ficar a saber que é um pirata. E isto de ter cadastro tem consequências — o círculo de amigos vai estranhar ter uma pessoas “destas” entre eles; os familiares vão chorar e lamentar-se a dizer coisas “meu filho, escusavas de roubar, podias pedir-me dinheiro que eu te arranjava…”. E os colegas vão suspeitar de alguém que, se é capaz de roubar via Internet… muito provavelmente será capaz de o fazer na “vida real” também. Ladrão é ladrão, não interessa a forma como roubou. Só este “estigma” de ser considerado ladrão para o resto da vida é muitas vezes factor dissuasor (e os juízes portugueses, curiosamente, têm imenso bom senso e sabem perfeitamente que um “pirata” que apanha um susto na vida — vai normalmente portar-se bem daí em diante)&quot;...

Gwy.... vives em que mundo? Não em Portugal certamente: eu sei que são apenas &#039;alegados&#039;, mas Fátima Felgueiras, Isaltino Morais, Valentim Loureiro têm processos em tribunal e foram reeleitos e aclamados pelo povo. E as acusações pendentes não são de uns quantos euros, mas de muitos milhares ou milhões.

Eu sei que o meu comentário não tem directamente a ver com CopyBot, mas foi só uma chamada de atenção para a irrealidade do teu ;-)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230;&#8221;Um “pirata” que seja apanhado vai ter uma vida terrível durante o processo. Mesmo que nunca seja metido na cadeia, ou que nem sequer lhe apliquem uma multa — toda a gente vai ficar a saber que é um pirata. E isto de ter cadastro tem consequências — o círculo de amigos vai estranhar ter uma pessoas “destas” entre eles; os familiares vão chorar e lamentar-se a dizer coisas “meu filho, escusavas de roubar, podias pedir-me dinheiro que eu te arranjava…”. E os colegas vão suspeitar de alguém que, se é capaz de roubar via Internet… muito provavelmente será capaz de o fazer na “vida real” também. Ladrão é ladrão, não interessa a forma como roubou. Só este “estigma” de ser considerado ladrão para o resto da vida é muitas vezes factor dissuasor (e os juízes portugueses, curiosamente, têm imenso bom senso e sabem perfeitamente que um “pirata” que apanha um susto na vida — vai normalmente portar-se bem daí em diante)&#8221;&#8230;</p>
<p>Gwy&#8230;. vives em que mundo? Não em Portugal certamente: eu sei que são apenas &#8216;alegados&#8217;, mas Fátima Felgueiras, Isaltino Morais, Valentim Loureiro têm processos em tribunal e foram reeleitos e aclamados pelo povo. E as acusações pendentes não são de uns quantos euros, mas de muitos milhares ou milhões.</p>
<p>Eu sei que o meu comentário não tem directamente a ver com CopyBot, mas foi só uma chamada de atenção para a irrealidade do teu 😉</p>
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		<title>
		Por: Gwyneth Llewelyn		</title>
		<link>https://getasecondlife.net/2008/09/second-life-geral/copybot/comment-page-1/#comment-30675</link>

		<dc:creator><![CDATA[Gwyneth Llewelyn]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 01:29:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Gostaria só de deixar duas notas (era para meter no &quot;outro&quot; artigo, mas achei melhor não...).

A primeira é a &lt;i&gt;ilusão&lt;/i&gt; (bem sei que por vezes &quot;fomentada&quot; pela própria Linden Lab, especialmente pelas suas comunicações mais antigas) de que &quot;as regras do mundo real não se aplicam no Second Life&quot;. Por favor desiludam-se. É uma inteira falsidade. O contrato que todos vocês têm com a Linden Lab está ao abrigo da legislação californiana — o que pode complicar um pouco as coisas — mas a prestação de serviço da LL segue a legislação internacional de serviços online. E se em meados dos anos 90 poderiam haver &quot;lacunas&quot;, hoje em dia não há. A legislação é vasta, extensa, e aplica-se perfeitamente a mundos virtuais. E não, não é de todo forçoso que sejam considerados &quot;jogos&quot; (do que conheço, são justamente os jogos online que não têm uma legislação específica, &lt;i&gt;excepto&lt;/i&gt; os jogos de azar), mas sim &quot;ambientes sociais online&quot;. E isso garanto-vos bem que está &lt;a href=&quot;http://www.anacom.pt/render.jsp?contentId=149279&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;muito bem legislado&lt;/a&gt;! Mais ainda, o legislador nacional é suficientemente claro para afirmar que, em caso de dúvida (nomeadamente, ausência de regulamentação &lt;i&gt;específica&lt;/i&gt;), remete para a restante legislação em vigor que seja mais apropriada.

Isto só quer dizer uma coisa. Se alguém violar a propriedade intelectual de terceiros no Second Life, está a cometer um crime punido por lei — seja a lei nacional, seja a californiana, seja a internacional. Que não haja qualquer dúvida a esse respeito. O facto de conseguirem &quot;fugir da lei&quot; não quer dizer que esta não se aplique! Quantas vezes não temos justamente essa ideia de que uma lei não nos afecta porque conseguimos fugir dela?... ou porque temos &lt;i&gt;a certeza absoluta&lt;/i&gt; de que podemos cometer um crime impunemente porque, ou a polícia não nos descobre, ou os tribunais não querem saber do caso para nada? Por exemplo, o SPAM em Portugal pode ser punido com cinco anos de prisão, mas quantas pessoas alguma vez foram presas por estarem a mandar SPAM?... (Do meu conhecimento, exactamente &lt;i&gt;zero&lt;/i&gt;, mas posso estar enganada).

A Linden Lab pode definir os termos de funcionamento do seu serviço, e aplicar as sanções que ache mais razoáveis, mas não se pode substituir à legislação em vigor (mesmo que muitas vezes gostássemos que eles fizessem isso). E a legislação é clara, bem clara, assim como a sua aplicação. E o &lt;a href=&quot;http://secondlife.reuters.com/stories/2007/07/03/sl-business-sues-for-copyright-infringement/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;famoso caso do Stroker Serpentine&lt;/a&gt; mostra que há, de facto, pessoas dispostas a processar terceiros por pirataria de conteúdos. (Um caso parecido, o de uma empresa que usa spamming e o equivalente a camping no World of Warcraft ao ponto de dar cabo da paciência dos jogadores, &lt;a href=&quot;http://virtuallyblind.com/2008/08/27/hernandez-ige-settles/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;também foi levada a tribunal&lt;/a&gt;).

Porque é que isto não acontece mais frequentemente? Bem, a Justiça é &lt;i&gt;cara&lt;/i&gt;. Se tivermos um caso concreto de alguém que pirateou uma textura nossa, e o levarmos a um tribunal português, quanto é que isso nos custará?... Provavelmente, só em despesas de advogados, uns 10 mil Euros, fora os custos judiciais. E a paciência de aturar semana sim, semana não, uma cartinha algures dos tribunais a ser entregue pelo carteiro (que nos conhece bem) com um sorriso do tipo &quot;olha-me esta, a meter-se em trafulhices...&quot;? Há a pressão social dos amigos e familiares a verem pilhas e pilhas de cartas de tribunal; dos colegas que sabem que mais uma vez pedimos licença para nos ausentarmos do trabalho para irmos &quot;a mais uma sessão de tribunal&quot;. Isto ao longo de vários anos. Para, no fundo, o quê?... Em Portugal alguém que pirateie uma textura não vai preso (embora tecnicamente o possa ir). A probabilidade de sequer ser multado é ridiculamente baixa; a maior parte dos juízes recusa-se a julgar casos que envolvam &quot;meia dúzia de Euros&quot;. Nos Estados Unidos, isto é um pouco diferente só por uma razão: no sistema de lei comum (usado na maioria dos países anglo-saxónicos), uma vitória em tribunal causa um &lt;i&gt;precedente&lt;/i&gt; que depois é usado para julgar casos futuros — e o nome do advogado (e dos litigantes) ficará para sempre associado ao precedente, dando-lhe, pois, fama e glória. Muitos advogados, pois, não se importam nada de se meterem nestas &quot;causas perdidas&quot;. O Stroker Serpentine levou uma pessoa a tribunal por &quot;poucas centenas de dólares&quot;, que era o máximo de indemnização que ele conseguiria receber por perdas e danos. Mas o que interessou foi que o advogado dele fez história (criou um precedente), e muito provavelmente o Stroker não pagou um tostão — e ganhou &quot;mais&quot; na publicidade envolvida no caso do que o que tinha perdido com conteúdo pirateado por CopyBot. Por cá, só temos o Garcia Pereira :)

É uma questão ética e moral, mais do que legal (especialmente se legalmente os &quot;piratas&quot; sabem que se conseguem safar sempre).

No entanto, há obviamente o reverso da medalha. Um &quot;pirata&quot; que seja apanhado vai ter uma vida terrível durante o processo. Mesmo que nunca seja metido na cadeia, ou que nem sequer lhe apliquem uma multa — &lt;i&gt;toda a gente vai ficar a saber que é um pirata&lt;/i&gt;. E isto de ter cadastro tem &lt;i&gt;consequências&lt;/i&gt; — o círculo de amigos vai estranhar ter uma pessoas &quot;destas&quot; entre eles; os familiares vão chorar e lamentar-se a dizer coisas &quot;meu filho, escusavas de roubar, podias pedir-me dinheiro que eu te arranjava...&quot;. E os colegas vão suspeitar de alguém que, se é capaz de roubar via Internet... muito provavelmente será capaz de o fazer na &quot;vida real&quot; também. Ladrão é ladrão, não interessa a forma como roubou. Só este &quot;estigma&quot; de ser considerado ladrão para o resto da vida é muitas vezes factor dissuasor (e os juízes portugueses, curiosamente, têm imenso bom senso e sabem perfeitamente que um &quot;pirata&quot; que apanha um susto na vida — vai normalmente portar-se bem daí em diante). Mas, claro, implica uma disponibilidade financeira elevada, ou ter um amigo advogado suficientemente maluco para fazer o trabalho de borla :)

A segunda questão é relativa ao &lt;i&gt;aparente&lt;/i&gt; anonimato que tantos usam como forma de se auto-proclamarem &quot;impunes&quot; (&quot;nunca me apanharão no SL!&quot; é uma frase que tanto repetem ao ponto de acreditarem ser verdade). Desiludam-se... não existe anonimato no SL. Basta um dia &quot;por engano&quot; estarmos a ouvir música numa parcela (ou um vídeo) que imediatamente somos registados com o  nosso endereço IP e a data a que nos ligámos. Se foi de um servidor nacional, basta um telefonema dum agente da PJ com mandato do tribunal, que em segundos o operador divulga o nome, morada, e número de telefone...

Além disso, a Linden Lab regista &lt;i&gt;todos&lt;/i&gt; os nossos movimentos no SL; assim como &lt;i&gt;todos&lt;/i&gt; os nossos chats, pelo menos durante 15 dias. A qualquer altura esta vastidão de dados pode ser efectivamente disponibilizada — desde que exista, evidentemente, um processo em tribunal contra o avatar. E desiludam-se também que &quot;a Linden Lab não sabe quem são os nossos alts&quot;. Há anos que eles têm mecanismos para descobrirem quem são os alts — através de uma fórmula complexa que envolve muito mais do que o endereço IP, claro está — e embora não seja 100% segura, quanto mais alts criarmos, mais fácil será à LL descobri-los a &lt;i&gt;todos&lt;/i&gt;.

Criar alts com informações fictícias só torna o processo um pouco mais demorado. Mas a verdade é que os operadores sabem &lt;i&gt;sempre&lt;/i&gt; de onde as pessoas se ligaram. É tudo uma questão de estarem mandatados por um tribunal para divulgarem esses dados. E isto leva pouquíssimo tempo.

Não pensem que os nossos agentes da PJ não conheçam o SL :) Provavelmente muitos dos que estão na &lt;a href=&quot;http://www.policiajudiciaria.pt/htm/noticias/criminalidade_informatica.htm&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Secção de Investigação de Criminalidade Informática e de Telecomunicações&lt;/a&gt; ligam-se irregularmente ao SL. Isto não é ser &quot;paranóica&quot;. É apenas a constatação de um facto. A maior parte dos investigadores desta secção têm sólidas bases informáticas e mesmo licenciaturas em Engª Informática e passam a vida a ligar-se a todo o tipo de serviços na Internet. Em 1995, mal a Brigada de Crimes Informáticos tinha aberto (criada pela legislação da criminalidade informática da altura), já existiam pelo menos 3 ou 4 agentes com &lt;i&gt;know-how&lt;/i&gt; suficiente para lerem logs de servidores ligados à Internet e apanharem &quot;hackers&quot; e &quot;spammers&quot; com eficácia... esses mesmos investigadores têm hoje em dia 13 ou 14 anos de experiência a usar a Internet, e conhecem &lt;i&gt;muito bem&lt;/i&gt; os hábitos dos portugueses. Não julguem que &quot;nunca serão apanhados porque a polícia não percebe nada do assunto&quot;. Antes &lt;i&gt;bem&lt;/i&gt; pelo contrário!... A minha própria experiência no passado com alguns agentes da SICIT é que eles estão &lt;i&gt;mais que aptos&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;mais que informados&lt;/i&gt; sobre todas estas tecnologias maravilhosas — muito mais do que pensamos. Lembrem-se que eles têm de apanhar criminosos que entram remotamente em bancos e companhias de seguros, com sistemas &lt;i&gt;bem&lt;/i&gt; mais complexos, e crimes bem mais complicados de desvendar, do que o &quot;engraçadinho&quot; que acabou de criar um avatar, arranjou uma cópia ilegítima do CopyBot e se pôs a piratear texturas e agora por aí anda a gabar-se &quot;haha sou muita esperto ninguém me apanha pois tenho um milhar de alts e ligo-me de computadores diferentes todos os dias haha&quot;.

Desiludam-se. A realidade não é essa.

A realidade é que tudo o que é preciso para &quot;parar&quot; um pirata (mesmo que seja só pregar-lhe um enorme susto com uma convocatória para uma sessão em tribunal... ou uma &quot;visita&quot; à esquadra da PJ mais próxima) é entrar um processo em tribunal. Certo é que os piratas sabem que a maioria das pessoas (e isto ainda é mais verdade aqui no nosso jardinzito à beira-mar plantado) não têm coragem de meter processos em tribunal, ou, pura e simplesmente, não têm dinheiro para o fazer. É só por isso que os piratas se safam.

Não é por causa do anonimato (que não existe).

Não é por falta de legislação (que é bem clara e aplicável a mundos virtuais ou quaisquer outros serviços online).

Não é por falta de conhecimentos da PJ (que, provavelmente, tem muitos mais conhecimentos informáticos do que qualquer uma das pessoas que colocou um comentário neste artigo).

É, pura e simplesmente, por &lt;i&gt;falta de processos em tribunal&lt;/i&gt; (porque são difíceis, muitas vezes traumáticos para quem os coloca, quase sempre caros, e duram muito tempo para serem depois arquivados). Costumo dizer que temos a melhor legislação do mundo (pelo menos de entre os sistemas jurídicos que conheço) e das melhores polícias de investigação de grande parte do mundo (sempre fui fã da PJ... especialmente quando tive oportunidade de os ver a trabalhar) e até juízes com uma enorme dose de bom senso... mas... infelizmente, o sistema não é eficaz, é custoso, é lento, é muito stressante, e é só por isso que os &quot;piratas&quot;, oportunistas, e outros prevaricadores por aí andam.

O &quot;aviso&quot; da existência de pirataria de conteúdo no Second Life é, pois, duplo. Por um lado, apresentar ao maior número de pessoas que este problema existe, mas que também tem uma solução (fazer uma queixa via DMCA à LL; e há muitos grupos de protecção dos criadores de conteúdos que ajudam neste processo) — é &lt;i&gt;divulgando&lt;/i&gt; que se cria uma consciência colectiva de que se pode, efectivamente, combater a pirataria. Mas o &quot;aviso&quot; é também para os piratas, que só se &quot;safaram&quot; até agora porque, infelizmente, as pessoas estão mais dispostas a reclamarem em público do que em dar início a um processo — e não porque são &quot;anónimos&quot; ou porque &quot;a lei não se aplica&quot;.

Mas um dia vão ter o azar de apanharem alguém que não hesitará em despoletar todo o processo, e aí vão arrepender-se da arrogância em pensar que estavam seguros e anónimos atrás dum alt na casa do vizinho...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gostaria só de deixar duas notas (era para meter no &#8220;outro&#8221; artigo, mas achei melhor não&#8230;).</p>
<p>A primeira é a <i>ilusão</i> (bem sei que por vezes &#8220;fomentada&#8221; pela própria Linden Lab, especialmente pelas suas comunicações mais antigas) de que &#8220;as regras do mundo real não se aplicam no Second Life&#8221;. Por favor desiludam-se. É uma inteira falsidade. O contrato que todos vocês têm com a Linden Lab está ao abrigo da legislação californiana — o que pode complicar um pouco as coisas — mas a prestação de serviço da LL segue a legislação internacional de serviços online. E se em meados dos anos 90 poderiam haver &#8220;lacunas&#8221;, hoje em dia não há. A legislação é vasta, extensa, e aplica-se perfeitamente a mundos virtuais. E não, não é de todo forçoso que sejam considerados &#8220;jogos&#8221; (do que conheço, são justamente os jogos online que não têm uma legislação específica, <i>excepto</i> os jogos de azar), mas sim &#8220;ambientes sociais online&#8221;. E isso garanto-vos bem que está <a href="http://www.anacom.pt/render.jsp?contentId=149279" rel="nofollow">muito bem legislado</a>! Mais ainda, o legislador nacional é suficientemente claro para afirmar que, em caso de dúvida (nomeadamente, ausência de regulamentação <i>específica</i>), remete para a restante legislação em vigor que seja mais apropriada.</p>
<p>Isto só quer dizer uma coisa. Se alguém violar a propriedade intelectual de terceiros no Second Life, está a cometer um crime punido por lei — seja a lei nacional, seja a californiana, seja a internacional. Que não haja qualquer dúvida a esse respeito. O facto de conseguirem &#8220;fugir da lei&#8221; não quer dizer que esta não se aplique! Quantas vezes não temos justamente essa ideia de que uma lei não nos afecta porque conseguimos fugir dela?&#8230; ou porque temos <i>a certeza absoluta</i> de que podemos cometer um crime impunemente porque, ou a polícia não nos descobre, ou os tribunais não querem saber do caso para nada? Por exemplo, o SPAM em Portugal pode ser punido com cinco anos de prisão, mas quantas pessoas alguma vez foram presas por estarem a mandar SPAM?&#8230; (Do meu conhecimento, exactamente <i>zero</i>, mas posso estar enganada).</p>
<p>A Linden Lab pode definir os termos de funcionamento do seu serviço, e aplicar as sanções que ache mais razoáveis, mas não se pode substituir à legislação em vigor (mesmo que muitas vezes gostássemos que eles fizessem isso). E a legislação é clara, bem clara, assim como a sua aplicação. E o <a href="http://secondlife.reuters.com/stories/2007/07/03/sl-business-sues-for-copyright-infringement/" rel="nofollow">famoso caso do Stroker Serpentine</a> mostra que há, de facto, pessoas dispostas a processar terceiros por pirataria de conteúdos. (Um caso parecido, o de uma empresa que usa spamming e o equivalente a camping no World of Warcraft ao ponto de dar cabo da paciência dos jogadores, <a href="http://virtuallyblind.com/2008/08/27/hernandez-ige-settles/" rel="nofollow">também foi levada a tribunal</a>).</p>
<p>Porque é que isto não acontece mais frequentemente? Bem, a Justiça é <i>cara</i>. Se tivermos um caso concreto de alguém que pirateou uma textura nossa, e o levarmos a um tribunal português, quanto é que isso nos custará?&#8230; Provavelmente, só em despesas de advogados, uns 10 mil Euros, fora os custos judiciais. E a paciência de aturar semana sim, semana não, uma cartinha algures dos tribunais a ser entregue pelo carteiro (que nos conhece bem) com um sorriso do tipo &#8220;olha-me esta, a meter-se em trafulhices&#8230;&#8221;? Há a pressão social dos amigos e familiares a verem pilhas e pilhas de cartas de tribunal; dos colegas que sabem que mais uma vez pedimos licença para nos ausentarmos do trabalho para irmos &#8220;a mais uma sessão de tribunal&#8221;. Isto ao longo de vários anos. Para, no fundo, o quê?&#8230; Em Portugal alguém que pirateie uma textura não vai preso (embora tecnicamente o possa ir). A probabilidade de sequer ser multado é ridiculamente baixa; a maior parte dos juízes recusa-se a julgar casos que envolvam &#8220;meia dúzia de Euros&#8221;. Nos Estados Unidos, isto é um pouco diferente só por uma razão: no sistema de lei comum (usado na maioria dos países anglo-saxónicos), uma vitória em tribunal causa um <i>precedente</i> que depois é usado para julgar casos futuros — e o nome do advogado (e dos litigantes) ficará para sempre associado ao precedente, dando-lhe, pois, fama e glória. Muitos advogados, pois, não se importam nada de se meterem nestas &#8220;causas perdidas&#8221;. O Stroker Serpentine levou uma pessoa a tribunal por &#8220;poucas centenas de dólares&#8221;, que era o máximo de indemnização que ele conseguiria receber por perdas e danos. Mas o que interessou foi que o advogado dele fez história (criou um precedente), e muito provavelmente o Stroker não pagou um tostão — e ganhou &#8220;mais&#8221; na publicidade envolvida no caso do que o que tinha perdido com conteúdo pirateado por CopyBot. Por cá, só temos o Garcia Pereira 🙂</p>
<p>É uma questão ética e moral, mais do que legal (especialmente se legalmente os &#8220;piratas&#8221; sabem que se conseguem safar sempre).</p>
<p>No entanto, há obviamente o reverso da medalha. Um &#8220;pirata&#8221; que seja apanhado vai ter uma vida terrível durante o processo. Mesmo que nunca seja metido na cadeia, ou que nem sequer lhe apliquem uma multa — <i>toda a gente vai ficar a saber que é um pirata</i>. E isto de ter cadastro tem <i>consequências</i> — o círculo de amigos vai estranhar ter uma pessoas &#8220;destas&#8221; entre eles; os familiares vão chorar e lamentar-se a dizer coisas &#8220;meu filho, escusavas de roubar, podias pedir-me dinheiro que eu te arranjava&#8230;&#8221;. E os colegas vão suspeitar de alguém que, se é capaz de roubar via Internet&#8230; muito provavelmente será capaz de o fazer na &#8220;vida real&#8221; também. Ladrão é ladrão, não interessa a forma como roubou. Só este &#8220;estigma&#8221; de ser considerado ladrão para o resto da vida é muitas vezes factor dissuasor (e os juízes portugueses, curiosamente, têm imenso bom senso e sabem perfeitamente que um &#8220;pirata&#8221; que apanha um susto na vida — vai normalmente portar-se bem daí em diante). Mas, claro, implica uma disponibilidade financeira elevada, ou ter um amigo advogado suficientemente maluco para fazer o trabalho de borla 🙂</p>
<p>A segunda questão é relativa ao <i>aparente</i> anonimato que tantos usam como forma de se auto-proclamarem &#8220;impunes&#8221; (&#8220;nunca me apanharão no SL!&#8221; é uma frase que tanto repetem ao ponto de acreditarem ser verdade). Desiludam-se&#8230; não existe anonimato no SL. Basta um dia &#8220;por engano&#8221; estarmos a ouvir música numa parcela (ou um vídeo) que imediatamente somos registados com o  nosso endereço IP e a data a que nos ligámos. Se foi de um servidor nacional, basta um telefonema dum agente da PJ com mandato do tribunal, que em segundos o operador divulga o nome, morada, e número de telefone&#8230;</p>
<p>Além disso, a Linden Lab regista <i>todos</i> os nossos movimentos no SL; assim como <i>todos</i> os nossos chats, pelo menos durante 15 dias. A qualquer altura esta vastidão de dados pode ser efectivamente disponibilizada — desde que exista, evidentemente, um processo em tribunal contra o avatar. E desiludam-se também que &#8220;a Linden Lab não sabe quem são os nossos alts&#8221;. Há anos que eles têm mecanismos para descobrirem quem são os alts — através de uma fórmula complexa que envolve muito mais do que o endereço IP, claro está — e embora não seja 100% segura, quanto mais alts criarmos, mais fácil será à LL descobri-los a <i>todos</i>.</p>
<p>Criar alts com informações fictícias só torna o processo um pouco mais demorado. Mas a verdade é que os operadores sabem <i>sempre</i> de onde as pessoas se ligaram. É tudo uma questão de estarem mandatados por um tribunal para divulgarem esses dados. E isto leva pouquíssimo tempo.</p>
<p>Não pensem que os nossos agentes da PJ não conheçam o SL 🙂 Provavelmente muitos dos que estão na <a href="http://www.policiajudiciaria.pt/htm/noticias/criminalidade_informatica.htm" rel="nofollow">Secção de Investigação de Criminalidade Informática e de Telecomunicações</a> ligam-se irregularmente ao SL. Isto não é ser &#8220;paranóica&#8221;. É apenas a constatação de um facto. A maior parte dos investigadores desta secção têm sólidas bases informáticas e mesmo licenciaturas em Engª Informática e passam a vida a ligar-se a todo o tipo de serviços na Internet. Em 1995, mal a Brigada de Crimes Informáticos tinha aberto (criada pela legislação da criminalidade informática da altura), já existiam pelo menos 3 ou 4 agentes com <i>know-how</i> suficiente para lerem logs de servidores ligados à Internet e apanharem &#8220;hackers&#8221; e &#8220;spammers&#8221; com eficácia&#8230; esses mesmos investigadores têm hoje em dia 13 ou 14 anos de experiência a usar a Internet, e conhecem <i>muito bem</i> os hábitos dos portugueses. Não julguem que &#8220;nunca serão apanhados porque a polícia não percebe nada do assunto&#8221;. Antes <i>bem</i> pelo contrário!&#8230; A minha própria experiência no passado com alguns agentes da SICIT é que eles estão <i>mais que aptos</i> e <i>mais que informados</i> sobre todas estas tecnologias maravilhosas — muito mais do que pensamos. Lembrem-se que eles têm de apanhar criminosos que entram remotamente em bancos e companhias de seguros, com sistemas <i>bem</i> mais complexos, e crimes bem mais complicados de desvendar, do que o &#8220;engraçadinho&#8221; que acabou de criar um avatar, arranjou uma cópia ilegítima do CopyBot e se pôs a piratear texturas e agora por aí anda a gabar-se &#8220;haha sou muita esperto ninguém me apanha pois tenho um milhar de alts e ligo-me de computadores diferentes todos os dias haha&#8221;.</p>
<p>Desiludam-se. A realidade não é essa.</p>
<p>A realidade é que tudo o que é preciso para &#8220;parar&#8221; um pirata (mesmo que seja só pregar-lhe um enorme susto com uma convocatória para uma sessão em tribunal&#8230; ou uma &#8220;visita&#8221; à esquadra da PJ mais próxima) é entrar um processo em tribunal. Certo é que os piratas sabem que a maioria das pessoas (e isto ainda é mais verdade aqui no nosso jardinzito à beira-mar plantado) não têm coragem de meter processos em tribunal, ou, pura e simplesmente, não têm dinheiro para o fazer. É só por isso que os piratas se safam.</p>
<p>Não é por causa do anonimato (que não existe).</p>
<p>Não é por falta de legislação (que é bem clara e aplicável a mundos virtuais ou quaisquer outros serviços online).</p>
<p>Não é por falta de conhecimentos da PJ (que, provavelmente, tem muitos mais conhecimentos informáticos do que qualquer uma das pessoas que colocou um comentário neste artigo).</p>
<p>É, pura e simplesmente, por <i>falta de processos em tribunal</i> (porque são difíceis, muitas vezes traumáticos para quem os coloca, quase sempre caros, e duram muito tempo para serem depois arquivados). Costumo dizer que temos a melhor legislação do mundo (pelo menos de entre os sistemas jurídicos que conheço) e das melhores polícias de investigação de grande parte do mundo (sempre fui fã da PJ&#8230; especialmente quando tive oportunidade de os ver a trabalhar) e até juízes com uma enorme dose de bom senso&#8230; mas&#8230; infelizmente, o sistema não é eficaz, é custoso, é lento, é muito stressante, e é só por isso que os &#8220;piratas&#8221;, oportunistas, e outros prevaricadores por aí andam.</p>
<p>O &#8220;aviso&#8221; da existência de pirataria de conteúdo no Second Life é, pois, duplo. Por um lado, apresentar ao maior número de pessoas que este problema existe, mas que também tem uma solução (fazer uma queixa via DMCA à LL; e há muitos grupos de protecção dos criadores de conteúdos que ajudam neste processo) — é <i>divulgando</i> que se cria uma consciência colectiva de que se pode, efectivamente, combater a pirataria. Mas o &#8220;aviso&#8221; é também para os piratas, que só se &#8220;safaram&#8221; até agora porque, infelizmente, as pessoas estão mais dispostas a reclamarem em público do que em dar início a um processo — e não porque são &#8220;anónimos&#8221; ou porque &#8220;a lei não se aplica&#8221;.</p>
<p>Mas um dia vão ter o azar de apanharem alguém que não hesitará em despoletar todo o processo, e aí vão arrepender-se da arrogância em pensar que estavam seguros e anónimos atrás dum alt na casa do vizinho&#8230;</p>
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