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	Comentários em: second thoughts	</title>
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	<description>Blog português sobre a realidade virtual do metaverso Second Life™</description>
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	<item>
		<title>
		Por: cat		</title>
		<link>https://getasecondlife.net/2007/02/second-life-geral/second-thoughts/comment-page-1/#comment-1186</link>

		<dc:creator><![CDATA[cat]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Feb 2007 00:49:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[(Gwyn, desculpa! O akismet tinha &quot;comido&quot; o teu comentário!)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>(Gwyn, desculpa! O akismet tinha &#8220;comido&#8221; o teu comentário!)</p>
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		<item>
		<title>
		Por: Gwyneth Llewelyn		</title>
		<link>https://getasecondlife.net/2007/02/second-life-geral/second-thoughts/comment-page-1/#comment-1179</link>

		<dc:creator><![CDATA[Gwyneth Llewelyn]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Feb 2007 23:12:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Alguns pequenos comentários :)

# As especulações sobre o Google são ainda do tipo &quot;não há fumo sem fogo&quot;; é pouco provável que se esteja a especular tanto sobre o que o Google está a fazer se eles não estivessem, de facto, a fazer &lt;em&gt;qualquer coisa&lt;/em&gt;. Provavelmente é algo simples: O Google Earth é um fascínio tecnológico, e provavelmente tem milhões e milhões de utilizadores, mas... depois de descobrirmos onde está a nossa casinha e a dos nossos amigos, que mais há para fazer no Google Earth? Nada. A utilização média do Google Earth por parte desses milhões de utilizadores deve ser de 5 minutos por mês. Isso é mau para os anunciantes. Colocando lá uns avatares, e pagando para fazer upload de uns SketchUps, justificará que as pessoas estejam &quot;online no Google Earth&quot; mais tempo. E assim os anúncios já farão sentido. Será, pois, um gigantesco &quot;mundo virtual com paisagem real&quot; que terá sem dúvidas milhões e milhões de utilizadores — todos contribuindo para a Google vender mais uns AdSensezitos :)

# Há um projecto bem mais interessante e muito menos secreto para criar servidores &quot;compatíveis SL&quot; em modelo Open Source: http://opensecondlife.org/ que é patrocinado pela Electric Sheep Company :)

# A questão de porque é que os avatars no SL são maioritariamente brancos já foi uma vez revista pelo Hamlet Au: http://nwn.blogs.com/nwn/2005/03/the_freeform_id.html e, mais chocante, aqui: http://nwn.blogs.com/nwn/2006/02/the_skin_youre_.html 

# &quot;Role-playing is an essential part of Second Life&quot;. Hmm. Claro que cada qual tem a sua opinião dependendo das pessoas com quem contacta e com quem fala. No entanto, pessoalmente, esta noção de que &quot;todos gostamos de role-playing no SL&quot; não me convence muito... prefiro a opinião do Lys Ware: http://slcreativity.org/wiki/index.php?title=Augmentation_vs_Immersion

Neste artigo, são colocadas lado a lado duas filosofias particulares de encarar a nossa relação pessoal com o Second Life. A geração inicial de residentes era efectivamente mais &quot;imersionista&quot; — gostávamos de pensar que o SL era um &quot;universo próprio&quot;. A actual é mais &quot;aumentista&quot; — o SL é apenas uma forma de estender as nossas capacidades humanas noutros meios (como a possibilidade de estar em reuniões com pessoas de todo o mundo ao mesmo tempo, e colaborarmos num projecto conjunto em tempo real que é construído à nossa frente). Não há uma visão &quot;correcta&quot; nem &quot;errada&quot; — ambas são válidas, embora com o tempo, a filosofia imersionista tenha uma certa tendência a desparecer. No entanto, a fundação do SL, as suas regras de conduta, e a protecção da pseudonimidade (não do anonimato; todos estamos muito bem identificados :) ) estiveram enraizadas numa filosofia imersionista.

É verdade que isto complica o trabalho dos jornalistas. O artigo no SL Herald da Eloise Pasteur http://www.secondlifeherald.com/slh/2006/11/rl_and_sl_ident.html mostra bem como a questão de acrescentar &quot;dados reais&quot; não aumenta, por si só, o valor da informação prestada por um jornalista. Os exemplos mais concretos são as entrevistas dadas por estrelas de cinema ou atletas desportivos, usando os seus pseudónimos artísticos/desportivos — se fosse comunicado ao público quais os seus verdadeiros nomes, quem é que saberia de quem se estava a tratar? Esta questão é tudo menos óbvia, trivial, ou simples. Talvez aqui a dificuldade esteja no facto de existir uma grande tradição do pseudónimo nos meios artísticos — uma elite, que tem regras &quot;especiais&quot; e sempre as teve — enquanto que nas &quot;massas&quot; (ou seja, nós, reles humanos normais que estamos no SL) foram tradicionalmente tratadas de outra forma: quem não quer dar o seu verdadeiro nome é porque tem algo a esconder!

É curiosamente estranho que este artigo seja publicado por um americano — quando nos Estados Unidos qualquer pessoa é livre de adoptar o nome que muito bem quiser (sem burocracias), desde que não seja usado para fins ilegítimos. Em Portugal isso não acontece, claro. Mas a protecção do direito ao pseudónimo é garantida pelas convenções que regulam a propriedade intelectual, e ao pseudónimo é dado o mesmo direito que ao nome do autor.

Pensando mais sobre o assunto: um artigo já com uns anitos sobre a noção do texto (ie. o chat que escrevemos, os posts nos blogs...) ser de facto uma identidade: http://www.bc.edu/bc_org/avp/law/st_org/iptf/commentary/content/1999060507.html#Heading5

É muito interessante :)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns pequenos comentários 🙂</p>
<p># As especulações sobre o Google são ainda do tipo &#8220;não há fumo sem fogo&#8221;; é pouco provável que se esteja a especular tanto sobre o que o Google está a fazer se eles não estivessem, de facto, a fazer <em>qualquer coisa</em>. Provavelmente é algo simples: O Google Earth é um fascínio tecnológico, e provavelmente tem milhões e milhões de utilizadores, mas&#8230; depois de descobrirmos onde está a nossa casinha e a dos nossos amigos, que mais há para fazer no Google Earth? Nada. A utilização média do Google Earth por parte desses milhões de utilizadores deve ser de 5 minutos por mês. Isso é mau para os anunciantes. Colocando lá uns avatares, e pagando para fazer upload de uns SketchUps, justificará que as pessoas estejam &#8220;online no Google Earth&#8221; mais tempo. E assim os anúncios já farão sentido. Será, pois, um gigantesco &#8220;mundo virtual com paisagem real&#8221; que terá sem dúvidas milhões e milhões de utilizadores — todos contribuindo para a Google vender mais uns AdSensezitos 🙂</p>
<p># Há um projecto bem mais interessante e muito menos secreto para criar servidores &#8220;compatíveis SL&#8221; em modelo Open Source: <a href="http://opensecondlife.org/" rel="nofollow ugc">http://opensecondlife.org/</a> que é patrocinado pela Electric Sheep Company 🙂</p>
<p># A questão de porque é que os avatars no SL são maioritariamente brancos já foi uma vez revista pelo Hamlet Au: <a href="http://nwn.blogs.com/nwn/2005/03/the_freeform_id.html" rel="nofollow ugc">http://nwn.blogs.com/nwn/2005/03/the_freeform_id.html</a> e, mais chocante, aqui: <a href="http://nwn.blogs.com/nwn/2006/02/the_skin_youre_.html" rel="nofollow ugc">http://nwn.blogs.com/nwn/2006/02/the_skin_youre_.html</a> </p>
<p># &#8220;Role-playing is an essential part of Second Life&#8221;. Hmm. Claro que cada qual tem a sua opinião dependendo das pessoas com quem contacta e com quem fala. No entanto, pessoalmente, esta noção de que &#8220;todos gostamos de role-playing no SL&#8221; não me convence muito&#8230; prefiro a opinião do Lys Ware: <a href="http://slcreativity.org/wiki/index.php?title=Augmentation_vs_Immersion" rel="nofollow ugc">http://slcreativity.org/wiki/index.php?title=Augmentation_vs_Immersion</a></p>
<p>Neste artigo, são colocadas lado a lado duas filosofias particulares de encarar a nossa relação pessoal com o Second Life. A geração inicial de residentes era efectivamente mais &#8220;imersionista&#8221; — gostávamos de pensar que o SL era um &#8220;universo próprio&#8221;. A actual é mais &#8220;aumentista&#8221; — o SL é apenas uma forma de estender as nossas capacidades humanas noutros meios (como a possibilidade de estar em reuniões com pessoas de todo o mundo ao mesmo tempo, e colaborarmos num projecto conjunto em tempo real que é construído à nossa frente). Não há uma visão &#8220;correcta&#8221; nem &#8220;errada&#8221; — ambas são válidas, embora com o tempo, a filosofia imersionista tenha uma certa tendência a desparecer. No entanto, a fundação do SL, as suas regras de conduta, e a protecção da pseudonimidade (não do anonimato; todos estamos muito bem identificados 🙂 ) estiveram enraizadas numa filosofia imersionista.</p>
<p>É verdade que isto complica o trabalho dos jornalistas. O artigo no SL Herald da Eloise Pasteur <a href="http://www.secondlifeherald.com/slh/2006/11/rl_and_sl_ident.html" rel="nofollow ugc">http://www.secondlifeherald.com/slh/2006/11/rl_and_sl_ident.html</a> mostra bem como a questão de acrescentar &#8220;dados reais&#8221; não aumenta, por si só, o valor da informação prestada por um jornalista. Os exemplos mais concretos são as entrevistas dadas por estrelas de cinema ou atletas desportivos, usando os seus pseudónimos artísticos/desportivos — se fosse comunicado ao público quais os seus verdadeiros nomes, quem é que saberia de quem se estava a tratar? Esta questão é tudo menos óbvia, trivial, ou simples. Talvez aqui a dificuldade esteja no facto de existir uma grande tradição do pseudónimo nos meios artísticos — uma elite, que tem regras &#8220;especiais&#8221; e sempre as teve — enquanto que nas &#8220;massas&#8221; (ou seja, nós, reles humanos normais que estamos no SL) foram tradicionalmente tratadas de outra forma: quem não quer dar o seu verdadeiro nome é porque tem algo a esconder!</p>
<p>É curiosamente estranho que este artigo seja publicado por um americano — quando nos Estados Unidos qualquer pessoa é livre de adoptar o nome que muito bem quiser (sem burocracias), desde que não seja usado para fins ilegítimos. Em Portugal isso não acontece, claro. Mas a protecção do direito ao pseudónimo é garantida pelas convenções que regulam a propriedade intelectual, e ao pseudónimo é dado o mesmo direito que ao nome do autor.</p>
<p>Pensando mais sobre o assunto: um artigo já com uns anitos sobre a noção do texto (ie. o chat que escrevemos, os posts nos blogs&#8230;) ser de facto uma identidade: <a href="http://www.bc.edu/bc_org/avp/law/st_org/iptf/commentary/content/1999060507.html#Heading5" rel="nofollow ugc">http://www.bc.edu/bc_org/avp/law/st_org/iptf/commentary/content/1999060507.html#Heading5</a></p>
<p>É muito interessante 🙂</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Joanna McLaglen		</title>
		<link>https://getasecondlife.net/2007/02/second-life-geral/second-thoughts/comment-page-1/#comment-1136</link>

		<dc:creator><![CDATA[Joanna McLaglen]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Feb 2007 14:00:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quanto ao jornalista baralhado: &quot;people who live in their mothers&#039; basements&quot;??????. E eu que acordei às 7:30 da matina para me fazer à vida no primeiro dos meus dois empregos que me permitem pagar a prestaçãozinha do meu T2!!!! (enfim, baralhanços à parte, até concordo com uma ou duas coisas que são ditas...).

De facto, Winter também nunca vi nenhum preto ... 

Os outros, leio mais tarde.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quanto ao jornalista baralhado: &#8220;people who live in their mothers&#8217; basements&#8221;??????. E eu que acordei às 7:30 da matina para me fazer à vida no primeiro dos meus dois empregos que me permitem pagar a prestaçãozinha do meu T2!!!! (enfim, baralhanços à parte, até concordo com uma ou duas coisas que são ditas&#8230;).</p>
<p>De facto, Winter também nunca vi nenhum preto &#8230; </p>
<p>Os outros, leio mais tarde.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Winter		</title>
		<link>https://getasecondlife.net/2007/02/second-life-geral/second-thoughts/comment-page-1/#comment-1134</link>

		<dc:creator><![CDATA[Winter]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Feb 2007 12:09:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pois que li o artigo do Register e não é que acho que a criatura tem razão? Um pouco extremado o discurso, mas não deixa de ser verdade tudo o que ele diz, principalmente no que diz respeito às &quot;classes sociais&quot; que têm acesso ao SL (nem todos somos geeks/nerds de tecnologia, mas enfim).
O &quot;white paradise&quot; sobre o qual ele fala parece ser uma realidade, em quase 3 meses nunca encontrei um avi negro (só um afro-americano um tanto pálido).  Mas será por os avis iniciais não terem essa cor, por muito escura que se coloque a skin, e as peles negras não estarem à venda nos sítios mais comuns? Não serão os próprios indivíduos de raça negra que se &quot;protegem&quot; atrás de um avi branco com medo da exclusão?
Tenho de começar a falar de raças nas conversas in world... pode ser que descubra :)

Quanto ao senhor jornalista baralhado acho que podia ter feito um artigo com uma linha: Os Avis no SL não revelam as suas identidades RL.  Poupava-nos ao discurso circular hehehe]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pois que li o artigo do Register e não é que acho que a criatura tem razão? Um pouco extremado o discurso, mas não deixa de ser verdade tudo o que ele diz, principalmente no que diz respeito às &#8220;classes sociais&#8221; que têm acesso ao SL (nem todos somos geeks/nerds de tecnologia, mas enfim).<br />
O &#8220;white paradise&#8221; sobre o qual ele fala parece ser uma realidade, em quase 3 meses nunca encontrei um avi negro (só um afro-americano um tanto pálido).  Mas será por os avis iniciais não terem essa cor, por muito escura que se coloque a skin, e as peles negras não estarem à venda nos sítios mais comuns? Não serão os próprios indivíduos de raça negra que se &#8220;protegem&#8221; atrás de um avi branco com medo da exclusão?<br />
Tenho de começar a falar de raças nas conversas in world&#8230; pode ser que descubra 🙂</p>
<p>Quanto ao senhor jornalista baralhado acho que podia ter feito um artigo com uma linha: Os Avis no SL não revelam as suas identidades RL.  Poupava-nos ao discurso circular hehehe</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Gath Forager		</title>
		<link>https://getasecondlife.net/2007/02/second-life-geral/second-thoughts/comment-page-1/#comment-1123</link>

		<dc:creator><![CDATA[Gath Forager]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Feb 2007 17:42:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://getasecondlife.net/2007/02/uncategorized/second-thoughts/#comment-1123</guid>

					<description><![CDATA[jornalistas...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>jornalistas&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Tess		</title>
		<link>https://getasecondlife.net/2007/02/second-life-geral/second-thoughts/comment-page-1/#comment-1122</link>

		<dc:creator><![CDATA[Tess]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Feb 2007 14:52:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Só li o último, e confuso é o termo indicado. O homem anda ali à volta da história dos nomes sem passar daquilo...Tanta coisa interessante que haveria para escrever sobre o assunto...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Só li o último, e confuso é o termo indicado. O homem anda ali à volta da história dos nomes sem passar daquilo&#8230;Tanta coisa interessante que haveria para escrever sobre o assunto&#8230;</p>
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