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Maloe Vansant na LX Gallery

A vetusta LX Gallery — um dos espaços criados e mantidos por portugueses no Second Life — «sobreviveu» ao fim de Portucalis, e, agora na região Lionsong, tem continuado a fazer exibições em contínuo, como nos bons velhos tempos.

De momento estão em exibição uma selecção de fotografias de Maloe Vansant, cujas obras têm atraído a atenção de muita gente — sem dúvidas a razão pela qual a organização da LX Gallery, ainda a cargo de Tary Allen e Ibrahim Bates, a convidou a expôr no seu espaço, sob o tema Creating Illusions.

A Mona Eberhard fez uma cobertura bem mais extensa da exposição neste seu artigo (em inglês!).

Segue o programa da exposição (que também pode ser folheado dentro do Second Life na própria galeria):

Como visitar Lisboa em 1755

Embora continuem a existir montes de projectos em Second Life e OpenSimulator, à medida que (infelizmente) muitas comunidades, forçadas a cortar custos, acabam por se reunir menos (como tem sido noticiado pelo blog Portucalis) — e perde-se o acesso às «novidades» por esse(s) mundo(s) fora.

Um projecto académico bastante antigo, que começou em 2005 (!) no Second Life, tinha um objectivo bastante «ousado». Na altura comemoravam-se os 250 anos do Terramoto de Lisboa, que, a 1 de Novembro de 1755, pelas 9 da manhã, com a maioria da população a rezar a missa de Todos-os-Santos, foi completamente devastada por um terramoto do qual não há história de ter havido coisa igual. O pouco que se aguentou de pé foi depois varrido por um tsunami — que também matou a população desesperada que tinha fugido para o Terreiro do Paço, a tentar fugir dos edifícios em ruína. Mas mesmo aqueles que pensavam ter escapado para norte depararam com um incêndio de vastas proporções que destruiu tudo o resto que ainda tinha escapado ao terramoto e ao tsunami.

Foi uma catástrofe sem precedentes. A Lisboa barroca, uma das capitais comerciais do século XVIII, deixou, pura e simplesmente, de existir. O que temos hoje em dia — a Baixa Pombalina — é uma reconstrução quase total a partir do nada, que pouco ou nada tem a ver com o que existia antes.

Então, este grupo de investigadores do CHAIA pensou o seguinte: e se reconstruíssemos virtualmente a cidade, tal como era na altura do terramoto, para que as pessoas a pudessem visitar no Second Life, imersos num ambiente em que poderiam interagir com outras pessoas, assistir a óperas, participar em procissões e autos-da-fé ou mesmo em touradas no Terreiro do Paço — entretenimentos típicos da época! — e ainda assistir à cerimónia de casamento do Rei D. José? Tudo isto era possível de fazer em Second Life, e começou-se justamente por um edifício emblemático, a Real Ópera de Lisboa, que abriu ao público em Abril de 1755… para ser completamente arruinada poucos meses mais tarde — e da qual nem sequer existem pinturas ou gravuras: apenas uma planta e umas gravuras das ruínas.

Escusado será dizer que este tipo de projectos, em Portugal, nunca tem apoio financeiro. O grupo de investigadores, mesmo assim, não se deixou abater: continuou o seu trabalho e apresenta-o regularmente em conferências internacionais. Ironicamente, são extraordinariamente bem recebidos: é justamente o tipo de projectos de arqueologia virtual que os historiadores e arqueólogos sempre quiseram ver, mas que achavam que custava «milhões». Quando lhes é explicado que pouco mais se conseguiu do que pagar aos investigadores para irem a umas conferências, fazer um vídeo promocional, e um site web sobre o projecto, ninguém acredita 🙂

Como colocar isto no Second Life seria absurdamente caro, não houve outra solução do que usar OpenSimulator. Mas o OpenSimulator, embora seja barato, não é realmente «gratuito». Há que pagar por servidores e largura de banda para as pessoas o poderem visitar. Quanto mais barata a solução, menos pessoas o podem ver, e mais lento será — não seria de esperar outra coisa. Por isso, durante muitos e muitos anos, este projecto esteve essencialmente «no segredo dos deuses», apresentando-se apenas umas imagens novas, mostrando a evolução do projecto. Mas ninguém o podia visitar.

Bem, isso tudo acabou. Surgiu um novo operador, chamado Kitely, que tem uma solução engraçada para este crónico problema dos custos de alojamento de conteúdo 3D. Registar-se no Kitely é gratuito, leva poucos segundos, e imediatamente se tem acesso a uma região inteira — 256x256m — que se pode usar à vontade. A única restrição é que só se tem 120 minutos por mês para usar o Kitely. O que acontece é que o Kitely não mantém as regiões «online» o tempo todo, ao contrário do que fazem todos os restantes operadores. Em vez disso, quando alguém visita uma região, eles mandam-na para os servidores topo de gama da cloud da Amazon — têm 7.5 GB de RAM e 1 Gigabit de largura de banda! Isto permite um acesso de sonho — há quem ache que é igual ao do próprio Second Life (eu acho que é bem mais rápido, mas falo só por mim!). Enquanto houver visitantes na região, estes são servidos via Amazon. Logo que se desligue a última pessoa, faz-se um backup que é arquivado pela Kitely até alguém voltar a visitar a região. Isto leva muito pouco tempo: cerca de um minuto apenas!

120 minutos por mês não parece muito. Mas por 5 dólares/mês já se podem ter 60 minutos por dia — e o Kitely oferece então duas regiões 🙂 Mas há mais modelos de pagamento — parece um pouco como os pacotes de minutos dos operadores de telemóveis. E os «donos» de uma região podem igualmente decidir se pagam para os visitantes virem à sua região — ou, pelo contrário, se lhes «cobram» pelo acesso!

Ora isto significam montes de possibilidades. Por exemplo, alguém que abra uma loja no Kitely, pode começar com uma região gratuita. Isto dá para que as pessoas possam visitar a loja, «gastando» minutos — mas a loja estará sempre disponível para todas as pessoas, que «consomem» minutos seus, e não do dono da mesma. À medida que a loja vai fazendo dinheiro, o dono da mesma pode optar, em vez disso, por «oferecer» minutos de acesso aos seus clientes — o que permite que estes a visitem para além dos seus 120 minutos mensais, e, eventualmente, fazer mais compras. Com isso a loja pode crescer mais e mais, pagando o acesso a partir de uma parte das vendas. O mesmo princípio se aplica a quem queira fazer eventos. Comunidades podem juntar minutos para manterem as suas regiões activas para visitantes externos. E, evidentemente, há modelos de pagamento em que a região fica activa, de borla para todos, 24h/dia — embora aí já custe uns 40 dólares por mês. Mesmo assim é estupidamente mais barato do que é cobrado pela Linden Lab para o Second Life!

Claro que o Kitely não é o Second Life: é muito mais pequeno, tem muito menos gente (mesmo muito menos!) e evidentemente muito menos conteúdo à venda. Mas para projectos académicos como este da recriação virtual de Lisboa em 1755 isto pouco importa. O que interessa é que pelo preço de umas bicas é possível colocar praticamente toda a cidade de Lisboa em 1755 — pelo menos as áreas urbanas mais densas, as que foram destruídas no terramoto — disponíveis para o grande público. A Kitely diz que se conseguem até meter 100 avatars em simultâneo sem grande perda de performance (eu não testei!). Mas a vantagem deste modelo é que é fácil fazer mais cópias. Se um dia aparecerem 1000 pessoas em simultâneo, bem, então nesse caso o que se faz é dez cópias do mesmo conteúdo, e diz-se às pessoas para escolherem uma cópia que tenha menos gente no momento 🙂 Isto leva apenas uns 2 ou 3 minutos a fazer! E, claro, podemos fazer backup de tudo se um dia nos chatearmos com o Kitely e quisermos ir para outro lado.

É assim que este projecto, que há anos que ninguém vê, passou a estar disponível a partir do link: http://bit.ly/lisbon1755 Se nunca se registaram no Kitely antes, existe um procedimento, passo por passo, para instalar um viewer compatível com o Kitely e um plugin para configurar tudo automaticamente. Quem já tenha o seu viewer favorito pode configurá-lo manualmente. E para quem fique um pouco «perdido» com as instruções em inglês, há também instruções em português que descrevem todo o processo.

Boas visitas virtuais 🙂

Duran Duran oficialmente no Second Life a 22 de Junho de 2011

Em 2006, os Duran Duran começaram a montar a sua ilha para terem uma presença congregando os seus fãs, chamada Duran Duran Universe. Criada pela Rivers Run Red numa altura em que o Second Life estava na boca de todos os jornalistas, os fãs aguardavam com expectativa o lançamento da ilha Aziz, mas… nada aconteceu. Pensava-se que tinha sido mais um projecto abandonado.

Pelos vistos, no entanto, muitos fãs dos Duran Duran continuaram a pressionar a banda para abrirem finalmente a sua presença. Mas ao fim de mais de quatro anos à espera, o anúncio súbito no site oficial dos Duran Duran foi uma surpresa para todos. Sem grandes explicações sobre o tempo passado, eis que é anunciada a abertura da ilha oficial no próximo dia 22 de Junho, depois de terem havido uma série de rumores e boatos que afinal “o projecto não estava morto”.

Sinceramente não sei muito bem o que pensar disto! Será que os marketeers estão fartos do Facebook e tal, e estão a voltar a explorar alternativas? Será que o panorama musical do Second Life já tem mais impacto do que o MySpace e semelhantes redes sociais que praticamente só sobrevivem graças aos músicos e aos seus fãs? Será que a equipa de promoção dos Duran Duran recebeu um novo membro, sei lá, alguém que se ligou recentemente ao SL e que virou para a equipa: “Tenho uma ideia genial, vamos meter os Duran Duran no SL!” ao qual a resposta foi: “Oh, já tentámos isso em 2006… na altura desistimos, não valia a pena…” e a reacção: “O QUÊ?! Então já podíamos ter metido os Duran Duran no SL em 2006 e não fizémos nada por isso?! Vamos já remediar o assunto! O SL está pejado de fãs de música, como é que pudémos deixar perder essa oportunidade!?! Quando é que podemos recuperar o conteúdo pelo que pagámos e lançar isso imediatamente??” e assim aconteceu…

Sejam quais forem as razões, é claro que isto não deixa de ser uma novidade interessante 🙂 Veremos o que acontece…

Boa Páscoa !

Bom, apeteceu-me passar por cá. Para desejar uma excelente Páscoa a todos e informar já fora de horas que a patroa Cat Magellan festejou ontem mais um aniversário. E como eu de vez em quando me lembro destas coisas, resolvi ir ao terreno dela e elevar umas montanhas altaaaaas!

No cimo, ficou isto:

… e agora vou fugir antes que ela me bata 😛

Steampunk com um cheirinho francês

Outro dia uma conhecida minha, francesa, mandou-me um tp para este lugar:

At the Tesla Room on the Nemo submarine city

Fiquei fascinada com a qualidade do detalhe (sim, o sim é bastante laguento…), e nestas fotos estáticas, perde-se completamente os efeitos de luz, que mais lembram um jogo de computador do que o Second Life…

Trata-se de uma reconstrução imaginária do que seria a cidade submarina do Capitão Nemo (esse mesmo personagem do Jules Verne); a sala que mais gostei foi o Tesla Room, supostamente a fonte da energia eléctrica que também propulsionava o submarino Nautilus (na realidade, o Tesla criou os seus geradores eléctricos décadas após Verne ter escrito as 20 Mil Léguas Submarinas, mas esses anacronismos interessam pouco a quem vá visitar este sim).

O sim parece pequenino, mas cada sala tem inúmeros pormenores que nos deliciam durante horas, como os estranhíssimos relógios que proliferam um pouco por todo o lado, assim como uma série de mecanismos pseudo-victorianos na melhor tradição do steampunk, que foram maravilhosamente recriados em pormenor, e que são funcionais. Talvez melhor que uma imagem seja ver o seguinte vídeo:

Primeiro post do ano (que querem, não me lembrei de nenhum título, hehehe)

Tendo passado a quadra festiva em que andámos todas mais entretidas em outras vidas 😉 não quis ainda que tarde e a más horas vir desejar a todos quantos nos vão acompanhando um ano de 2010 muito especial, cheio de luz e plo menos uma mão cheia de sonhos realizados! E bom, se não têm sonhos por realizar, estão à espera de quê pra se despacharem a sonhar uns novos, hum ? 😛

Aproveito para deixar a minha última descoberta in-world. Achei que NUNCA tal coisa veria por ali, mas pelos vistos enganei-me redondamente 🙂 Certo que é um estreito curtinho e rapidamente abre para novas paisagens (que me parece em breve serão tomadas de assalto por… livros, errr).

estreito-de-magalhaes

*desata a fugir antes que os vizinhos comecem a atirar com árvores em cima

Novas paisagens no 100Limite

Depois da passagem do TEDEX pela ilha, aproveitámos a oportunidade para fazer umas mudanças pelo 100Limite. A chefa que é uma querida, deixou-me brincar com as ferramentas de terraform. Mais ainda, esteve quase uma tarde inteirinha in-world, acreditam ? LOL, pois é, nada como um bom bocado de terra virgem e uns quantos prims disponíveis para nos proporcionar umas boas horas de entretenimento, hehehe.

O resultado é o que se segue:

Aqui, a zona de aterragem no sim… Já existe há algum tempo, criada totalmente em outro momento de inspiração e permanência da Cat durante mais do que dez minutos seguidos no metaverso, hehehe.

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E aqui, o lago novinho em folha, com uns cantinhos onde residentes se podem sentar para ouvir o marulhar da água. A horta voltou, apesar de não se ver nas fotos, é só procurarem ali pelo canto sudoeste.

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Para terminar, não resistimos a ter um cenário de Halloween também, com bruxas voadoras e esqueletos arrastados por chapéus de chuva feitos de abóboras.

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Ah… antes que me esqueça, alterámos também as permissões de materialização de objectos por ali. É, cansámo-nos finalmente dos abusos de quem usava o espaço como sandbox privada e por ali largava casas, clubes e pedaços inteiros de cidade que depois os residentes tinham que localizar e apagar, muitas vezes prim a prim. Sim, eu que ocupo sims inteiros para as minhas auto-designadas “instalações artísticas” não tenho grande moral para falar. Mas que eu saiba, nunca nenhum dono de sim teve que andar a limpar prims que tenha deixado esquecidos… e tenho para mim que contribuí modestamente para elevar os números do tráfego por esses sítios, hehehe

Adiante… para materializarem objectos no 100Limite, agora, há que aderir ao grupo do sim. Para tal, é só enviar um IM a um dos residentes (e estejam à vontade para o fazer comigo, já que recebo os IMs todos no mail e enviarei convites para o grupo a quantos pedirem, tão rapidamente quanto possível). A casinha cor-de-rosa mantém-se nas alturas, ao alcance do lm disponível logo ali no landing point, e continuamos a ter todo o prazer em receber as meninas que queiram ir para lá abrir os sacos das compras e experimentar as roupichas novas (e o que bem entenderem, lol).

pink-house-lm

A construção de becos e clubes, contudo, preferimos que tenha lugar em locais mais apropriados 😀

Esperamos que gostem dos sítios novos. Qualquer comentário ou sugestão, é só chegarem-se à frente e apresentarem-nos ideias – estamos sempre disponíveis para novos desafios :D.

Guimarães – onde Portugal nasceu

Para mim, o joaoluis5858 Foden é um dos melhores construtores portugueses no metaverso. Basta visitar as ilhas de Portugal Center para o confirmar e testemunhar a evolução do trabalho que tem feito ao longo dos dois anos de presença in-world para nos deliciarmos com os universos que vai recriando. Porque o JL se dedica sobretudo a transferir lá para dentro os cenários que, cá fora, mais significado têm para ele – a maior parte das vezes construções características da nossa vivência lusitana.

Desta feita, dedicou-se a recriar Guimarães, a nossa cidade berço, incluindo nesse local uma série de elementos inconfundíveis das nossas raízes. Apesar de instalada num sim estrangeiro, a Bliss Island, em menos de um ápice nos sentimos em casa, ou não fosse ele um gajo particularmente atento aos detalhes e não utilizasse sempre texturas próprias da mais elevada qualidade.

Aconselho a visita… ora vejam lá:

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Vista geral

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Vista sobre o mar

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Do lado de cá da ponte, a cidade construía-se dentro das muralhas do castelo, proporcionando segurança aos habitantes

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Para lá da ponte, o moinho de água e a floresta

guimaraes-providing-food
Não, nós não éramos só pescadores

guimaraes-the-sea-far-away
Estes silos não vos parecem familiar ? Eu conheço uns quantos que até se encontram ainda em funcionamento, lá pelas bandas de Viseu.

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No fim da cadeia de produção, era tudo vendido nos mercados e praças por esse país fora

guimaraes-ii
Detalhe de uma cabana, não parece mesmo que estas paredes foram pintadas agora mesmo?

A visita vale a pena. Não tenham medo de abrir portas e coscuvilhar dentro das habitações, muitas estão mobiladas de forma fidedigna. Na casa senhorial, não falta a roca e o fuso, os bordados medievais nem o cão, lol. A igreja, é simples e despojada, como seria na altura, já que a pompa e o luxo da igreja católica se instalou séculos mais tarde.

Descubram a fonte de água, lá nas profundezas do castelo. Subam às ameias e usufruam da vista, respirem fundo… e deixem-se ir para outros tempos, mais simples quiçá

Cidadania Digital

Integrada na Feira da Juventude SPOT e nas iniciativas decorrentes do Ano Europeu da Inovação e Criatividade, terá lugar no dia 19 de Março de 2009, no Centro de Congressos de Lisboa (antiga FIL), o Fórum “Cidadania Digital: Inovação, criatividade e competências emergentes”, organizada pela FDTI (Fundação para a Divulgação das Tecnologias de Informação).

Porque é que agora me lembrei disto ? Muito simplesmente porque para além de uma série de conferências e workshops este evento inclui a transmissão em directo de um evento de moda, música e entretenimento realizado no Second Life.

Aqui fica um resumo das actividades programadas para este dia:
10h30 – Abertura da Feira da Juventude SPOT*
11h05 – Abertura da Conferência Cidadania digital, Inovação, criatividade e competências emergentes, seguida de debate moderado pelo Embaixador Europeu para o Ano da Inovação e Criatividade, Leonel Moura. O painel de participantes inclui nomes como Paulo Querido, Jornalista e especialista em TIC, Paulo Barreto da Google Portugal, Ricardo Castanheira da Microsoft Portugal e Tito de Morais, representante da “Miúdos seguros na Net”.

Durante a tarde, no Centro de Exposições, decorrem os workshops temáticos sobre o Second Life. Em simultâneo, in-world, quem o deseje porderá assistir a um ou mais dos seguintes eventos, a partir das 15:45 horas :

– Desfile “Workshop Moda em Second Life”
– Concerto de Rui Gaio, aka Peltzer Hirano
– Desfile “Biskos por Tiny Labs”
– Concerto de João Frazão, aka TB Andel
– Desfile de Moda “Ephemeria Designs” *
– Ballet no Second Life: Silken Ballets*

O evento no Second Life irá ser transmitido em directo para o Centro de Exposições. Para assistir in-world, bastará apanhar esta boleia para a ilha SLESES.

Para quem esteja interessado em participar num dos workshops temáticos “Identidades e mundos virtuais” no Centro de Exposições, a partir das 14:00, queiram tomar nota:

– Workshop “Mixing Realities – Chromakeying in real and second lives” – Sessões – 14h-16h e 16h-18h*
– Workshop “Fluids Identity: e-portfólio como ferramenta para a inclusão social e empregabilidade” – Sessões – 14h-16h*
– Workshop “Machinima – produção audiovisual em ambientes virtuais – Nível Básico” – Sessões – 14h-16h *
– Workshop “Moda em Second Life” – Sessões – 14h-16h*
– Workshop “Building” – Sessão – 16h-18h*
– Workshop “Caça ao tesouro Virtual” – Sessão – 16h-18h (sendo que a última etapa acontece no 100Limite, bastando para tal encontrar a pirâmide entre as flores)

Requisitos para participação nos workshops: Idade Mínima 18 anos; Registo activo no Second Life; Experiência de navegação em Second Life.

Número de participantes: Cada workshop tem um limite de 15 participantes.

O programa global destas iniciativas poderá igualmente ser consultado aqui. O progama dos workshops encontra-se disponível aqui. Para inscrições nas conferências e workshops, apenas é necessário utilizar este formulário.

Há muito por onde escolher, entres actividades lúdicas e pedagógicas. Espero que possam aproveitar… e façam o favor de ser felizes 😀

Jardim sem limite

jardim-100limite_blog

Descobri, por fim, as flores com que ando a sonhar há meses. São sculptie prims, o que significa que um único prim ocupa logo uma área considerável e… são copy, yuuppie! Encontrei-as na Organica Specialty Trees, que oferece um fat pack de oito espécies diferentes por apenas 1000 L$. Cada uma das variedades vem ainda com opções côncava, convexa e outras que ainda não experimentei, mas que permitem plantar cada flor direitinha no terreno mais acidentado.

E foi assim que começou a nascer um jardim sem limite, lá em casa. Para já, no canto ao lado do barco pirata… mas em breve as flores invadirão todo o sim. Porque é Primavera, talvez. Porque sim.

Obras em casa

Após a remoção das bancas de “peles” colocadas no 100Limite no âmbito da campanha de beneficência “Heart of Love”, vamos entrar novamente em obras. Por isso, agradecemos atenção ao equipamento espalhado por aí – atenção aos pregos pelo chão… e nada de andar às cabeçadas aos caterpillars.

Desta vez, o objectivo é acomodar O Caneco – para quem não sabe, o Caneco (o lindo nome *cof* *cof* é da exclusiva responsabilidade da Menina Magellan, claro) foi o primeiro ponto de encontro dos portugueses que no final de 2006 começaram a descobrir o metaverso. Tem duas características especiais que o distinguem de todos os outros clubes, discotecas e outros congéneres à solta na grelha: primeiro, tem deambulado que se farta por terras portuguesas e estrangeiras (diz ele que a vida de nómada lhe abre os horizontes); segundo, deve ser o único clube que apesar de abandonado por proprietários anteriores resiste agora e sempre, contra ventos e marés, hehehe.

Ou seja… O Caneco continua! E dentro de poucos dias espero já conseguir apresentar-vos as primeiras fotografias da casinha nova do nosso menino.

Entretanto… façam o favor de ser felizes, sim ?

Twisted Hunt

Começou há cerca de hora e meia – ou seja, pontualmente à meia noite PST (SL Time). É outra caçada pela grelha fora, desta feita para quem tenha gostos mais alternativos *olha de esguelha para a a Leilah*. Ou seja, se estão à espera de encontrar vestidinhos de princesa, melhor esperarem pela hunt de Páscoa, lá mais para meados do mês.

Ah… não se esqueçam de ligar a música enquanto andarilham por aí – costumo descobrir imensos streams interessantes dessa forma :D.

E para iniciarem, só têm que ir aqui à DV8 e apanhar a caixinha vermelho escura escondida algures na loja. Beijocas e divirtam-se !

No País das Árvores

Eu ía explorar melhor um dos sims que descobri recentemente. Mas a minha outra metade gosta de explorar comigo e já há tanto que eu falava em dar uma volta no nosso cantinho… acabei por me resolver. Em FL tenho esta mania de mudar os móveis em casa. Em SL adoro montar e desmontar sítios :D.

Faltam ainda os últimos retoques. Mais plantas, sons a condizer e claro os bichos! Cobras e lagartos (mmm a ver se arranjo uma águia também já agora…), crocodilos e se calhar até um hipopótamo, hehehe. Para fazerem companhia aos passarinhos e às borboletas. A prever já que as cadelas passem a maior parte do tempo debaixo de água, até porque não ficou muita terra à vista hehehehe.

Entretanto, hoje parece que é dia de abraçar uma árvore. Ou foi ontem ? Bom, a esta hora já estou baralhada. O que interessa é que a BareRose tinha uns fatos muito engraçados, que traziam de bónus – cada um – uma árvore… depois, a árvore do fatinho masculino como que encaixa na árvore que nos ée oferecida com o conjunto feminino. E o resultado é o que as fotos a seguir documentam… benvindos ao novo espaço do 100Limite !!

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Sim, é bem possível que venham a ser publicadas mais fotografias – tenham lá paciência. É o que acontece quando damos por nós num universo de encantar, a viver um conto de fadas 😀

Os meninos dançam ?

Ai, sou mesmo antiga hum ? Digo isto, entre outras razões, porque a perguntinha em cima é um óbvio derivado daquela que os cavalheiros faziam antigamente às meninas compostamente sentadas à volta do salão de baile lá da paróquia. Hoje, como todos sabemos, os cavalheiros rareiam… e as meninas cada vez mais se envergonham de assumir que lá por dentro continuam a sê-lo.

Adiante… à pergunta do título segue-se outra: Já foram à Animazoo ? Entre danças de todos os estilos, poses para encherem os AOs e até os próprios todos completos, há de tudo. A preço de mercado, é claro… mas muitíssimo interessantes e sem nenhum do lag que caracteriza a Sin Wave. Eu confesso que tive imensa dificuldade em escolher, mas em contrapartida andei entretidíssima a manhã toda.

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Nota para a AnaLu: sim, a foto não presta. Não me batas, ando a explorar a coisa, cada fim de semana mais um poucochinho. Daqui a uns vinte anos chego lá ok ? E também não precisas de usar a lupa para detectar os errinhos todos, eles estão aí bem à vista do mundo, hehehe

O 100Limite na capa da FreeLife Magazine

Ora digam lá… não está uma capa linda ? *Ataque de tosse* Pois, é claro, a minha opinião pode não ser totalmente isenta e imparcial, mas não é todos os dias que um artigo elaborado por um residente do sim tem honras de capa de revista… e logo com uma foto destas que nos mostra ali a zona central da terrinha onde vivemos 😀

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Ao Petros Miklos, os nossos parabéns pelo excelente artigo (é-me permitido babar de orgulho, pois sim?). E espero que apreciem a leitura da mais recente edição da FreeLife – com o tempo que faz lá fora nada como entretermos os olhos com paisagens mais agradáveis, hehehe 😉

Saldos na ETD

Caso alguém ande tããão distraído que não tenha dado pelos SALDOS na ETD bem… a Elika Tiramisu perdeu a cabeça e os cabelitos estão à venda a 30L$. Os fat packs – ou seja, as caixinhas com as cores todas e mais algumas estão ao preço normal de um unico – a 250L$. Sim, leram bem. Ali ao virar da esquina, na ETD. Não precisam de correr, que a promoção só acaba a 26 de Dezembro, aproveitem as manhãs que é quando está menos gente e… divirtam-se !

Descoberta do caminho marítimo para o Estreito de Magalhães

Do Cais dos Vidrões partiram, confiantes e destemidos, os marinheiros.

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Imagem de Ana Lutetia

De olhos postos no horizonte, por entre escolhos e marés, enfrentaram  com igual seneridade assustadores monstros marinhos de oito olhos e melodiosos cantos de sereia.

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Dias tornaram-se semanas, que se fundiram em meses. O tempo perdeu dimensão. Sobreviveram a mil e uma tempestades, com a esperança de que um dia seus olhos cansados encontrariam a terra prometida.

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E de súbito, eis que soou, possante, a voz do capitão num anúncio solene: “Meus senhores, eis-nos finalmente chegados… ao Estreito de Magalhães!”

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Alvoroçaram-se as almas e a tripulação acorreu à proa. Exaustos mas felizes, contemplaram o paraíso que se desdobrava para além das ondas mansas que batiam na costa. Os sorrisos de uns, espelhavam a alegria dos outros… sabiam agora que a aventura mal havia começado !!

Promoção de Natal

Edredons e cortinados a condizer, produzidos de acordo com os métodos tradicionais. Diversos padrões à escolha, motivos campestres dos mais variados e uma campanha especial subordinada ao tema “Escolha a sua flor favorita”.

Na compra do conjunto completo edredons e cortinas, oferecemos dois travesseiros. Promoção válida até 15 de Dezembro (depois disso e até ao Natal precisamos de recuperar das picadas nos dedos e dos calos nas nádegas). Consulte aqui o catálogo das opções disponíveis.

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(nádegas é bonito e decente, pois sim ?) 😀

UPDATE – ignoro por completo como é que a Cat foi parar à Sticht by Sticht, mas eu fui a correr visitar e o que encontrei foi uma loja com este aspecto!

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Contenham-se, sim ? É daquelas lojas onde se perde a cabeça facilmente, hehehe