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Conferência sobre boas práticas na educação (no SL e OpenSimulator)

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A 7ª conferência Virtual Worlds Best Practices in Education (VWBPE) realiza-se dos dias 9 a 12 de Abril de 2014, e tem como keynote speakers nada mais, nada menos, do que Philip Rosedale (fundador da Linden Lab, actualmente CEO da High Fidelity, uma empresa que procura desenvolver a «nova geração de mundos virtuais») e Ebbe Altberg, actual CEO da Linden Lab, especialista em redes sociais (trabalhou na Yahoo) e que tem estado a abrir novos canais de comunicação com os utilizadores do Second Life®.

Para além disso é de notar que esta conferência terá lugar tanto no Second Life como também em OpenSimulator, na rede OS Grid (durante parte do dia 10). Pode ser consultado um programa mais detalhado no site oficial.

A entrada é gratuita, mas espera-se grande afluência, pelo que é melhor chegar cedo 🙂

SLACTIONS 2013 – Investigação científica no Second Life®

slactions2013

Dizem as más línguas de que já não se estuda nem se investiga no Second Life… aliás, há quem esteja mesmo a estudar isso!

Mas na verdade continua-se a fazer ambas as coisas, tal como dantes — se é que não mais que antes! — e mais uma vez, este ano, está a decorrer a conferência SLACTIONS 2013 — fisicamente na UTAD, virtualmente na ilha da U. Aveiro.

O sonho não acabou!

Overdoing on the hat...
Chegamos ao 10º ano de existência oficial do Second Life®, que será celebrado formalmente em Junho! Dez anos é muito tempo: alguns diriam que é «tempo demais», no sentido em que, aos poucos, isto parece estar a acabar…

Mas estará mesmo? É verdade que ando entretida com outras coisas, mas sempre que me ligo ao SL, parece que há uma nova versão para descarregar. Hoje em dia, perco-me com as descrições complexíssimas de como se compra roupa e acessórios — as roupas meshed têm tamanhos, como nas boutiques reais; podem-se comprar maminhas em mesh que são chamadas de «tangos» (ainda não percebi porquê!) e que têm «apliques» de pele, que se obtêm nos criadores; um par de botas, que há uns anos bastava comprar e fazer attach, hoje em dia requer um HUD para acertarmos a cor dos dedos dos pés com a das pernas, e ainda por cima praticamente podemos modificar o aspecto dos sapatos de forma interactiva, tipo Shoes of Prey virtual. O cabelo, que há dez anos era apenas uma textura, hoje são pelo menos duas camadas — uma meshed para dar «volume e forma», uma de flexiprims para não parecer que gastámos dezoito latas de laca e o cabelo se mexer um pouco — e podemos configurar cada um dos prims do cabelo individualmente. Bolas! Isto é complicado, e cada mês que passa, vai ficando mais complicado.

Podem-se comprar «peças soltas» de avatar: cabeças, mãos, pés. Agarram-se ao nosso esqueleto, e têm HUDs para as animar — funcionam à parte do sistema da Linden Lab. Depois aparecem designers de moda que criam roupa e acessórios para a cabeça X, para as mãos Y, ou unhas pintadas para os pés Z. Quando vamos às compras temos de levar um manual de instruções!!

Agora a Linden Lab lançou materiais. Isto são propriedades dos prims que faz com que possam ser ainda mais realistas, com texturas reais, em vez de parecer tudo pintado em cima de plástico. Funcionará bem em qualquer computador que consiga ver sombras (o que exclui tudo o que tiver mais de seis ou sete anos de idade… mas é um bom compromisso) e acrescentará um nível de realismo nunca antes visto — e, ainda por cima, poupará preciosos prims (ou polígonos de meshes), pois com o auxílio desta tecnologia os criadores de objectos podem poupá-los e obter o mesmo efeito — por exemplo, para dobras no tecido, ou ranhuras numa superfície de pedra.

E lá vão lançando outras melhorias. Consta que, neste momento, navegar de barco entre regiões, já quase que não tem «sobressaltos», pois a Linden Lab melhorou as transições. Mas fez mais que isso: temos um inventório que funciona de forma diferente, muito mais rápido; assim como as conversas em grupos muito grandes; e está em desenvolvimento uma nova forma de apresentar os avatares (avatar baking) que acabará de vez com os problemas de texturas que não carregam ou que ficam «borradas»… e, em breve, também será resolvido aquele problema irritante em que os objectos lá no fundo da região aparecem logo, mas o gigantesco painel mesmo à nossa frente teima em não aparecer.

Mas, por outro lado, toda a gente se queixa que o Second Life «está a morrer», que as pessoas já não querem saber de mundos virtuais, que a Linden Lab (mais uma vez) perdeu o rumo, e que hoje em dia a malta está tanto tempo a divertir-se no Facebook que não tem tempo para coisas 3D. «Second Life? Mas isso ainda existe?» é o que me perguntam regularmente. Uma vez por ano, lá tenho um amigo num jantar de Natal que me pergunta: «mas ainda fazes conteúdos para aquele jogo?» (cujo nome já nem se lembra, nem se lembra do que é um «mundo virtual»)

E também costumo responder um pouco por todo o lado, quando me perguntam se ainda vale a pena investir no Second Life, com a maior das sinceridades: Não. Não vale a pena — excepto se se for um profissional da criação de conteúdos. Estes tomaram conta do mercado e produzem conteúdos de altíssima qualidade a um preço ridiculamente baixo, e a competição é feroz. Já se acabaram os bons velhos tempos de 2006, em que qualquer caramelo entrava no SL, aprendia a juntar 2 prims, aplicava-lhe uma foto roubada no Flickr, e vendia um «quadro para pendurar na casa virtual» por L$10 e ganhava balúrdios ao fim do mês. Mesmo alguém que tenha um pouco mais de talento e que goste de desenhar roupas, por exemplo, já não lhe basta uns templates de Photoshop e algum «olho». Precisa, hoje em dia, de perceber de Maya ou 3DS ou Blender, de estar perfeitamente familiarizado com rigged meshes, e precisa de fazer centenas de testes para ver se a roupa «agarra bem» ao corpo em várias poses, que terá de testar, uma a uma, e fazer minúsculas correcções com precisão. Isto leva anos de prática a desenvolver as qualificações necessárias, e semanas ou meses para aprender como se replica no Second Life (onde tudo é sempre «um pouco diferente»).

Ora é evidente que alguém que «acabe de chegar» ao SL não fará a mínima ideia de como aprender isto tudo.

E, como parece óbvio, desistirá rapidamente, achando que é absolutamente impossível «ganhar dinheiro» com o SL, e, logo, o SL terá «morrido». Apesar de literalmente milhares de criadores profissionais de conteúdo estarem a fazer dezenas de milhares de dólares por mês. Mas… não são milhões. E como não são milhões, «o SL morreu».

Mas, por incrível que pareça, parece que as coisas não são bem assim.

Hoje espreitei por mero acaso o forum de discussão em português da Linden Lab. Claro que não tem tantas mensagens como isso (e a maioria, claro, são de utilizadores brasileiros), mas é giro de ver que o tipo de mensagens é o mesmo de 2006/7 — gente a pedir emprego, a perguntar como é que se monta uma loja ou uma discoteca, a vender terrenos, coisas assim. Sim, sei que não são muitas mensagens, mas também não são «zero». Estranhamente, ainda em 2013, há gente a fazer precisamente as mesmas coisas que em 2006 ou 2007. E se estas existem, quer dizer que há muitos e muitos níveis no Second Life (como os ogres no Shreck). É verdade que lá no topo existe uma elite de profissionais a ganhar pipas de massa com conteúdos que os comuns dos mortais nunca conseguirão desenvolver. Existem alguns mega-agentes imobiliários que vendem regiões às dezenas. Há giga-promotores de eventos que controlam discotecas, DJs, salas de espectáculo, e vendem os direitos para a televisão.

Mas pelos vistos, cá em baixo, entre os pequeninos e os amadores, o sonho não morreu. Ainda há gente satisfeita por se sentar em bolinhas por umas horas e ganhar uns tostões que chegam para comprar uma T-shirt feita em 10 minutos de Photoshop. Ainda há quem resmungue porque a sua parcela de 16×16 m2 está encostada a alguém que tem um sinal luminoso que enche a região de lag. Ainda há quem faça mini-eventos, anunciados sabe-se lá onde, em que aparecem uma dúzia de amigos que se divertem por uma hora, mesmo que a música seja uma treta e o streamer (gratuito) esteja sempre a encravar ou a colocar publicidade. Ainda há quem tire umas fotos e abra uma galeria de arte — onde vendem as fotos por L$10 a gente que ainda não percebeu quão fácil é de fazer o mesmo.

E se calhar são muitos!

É que em em 2004, quando me liguei pela primeira vez ao SL, era só isso que se fazia. O SL parecia gigantesco, com uma vastidão de coisas para fazer e para comprar, tal como hoje… mas só haviam umas 5.000 pessoas ligadas, nenhuma das quais era «profissional de criação de conteúdos». Estávamos todos a aprender, uns com mais talento que os outros. O conteúdo tinha pouca qualidade, os eventos eram mal organizados, mas todos nos divertíamos imenso. E alguns até ganhavam uns trocos para as T-shirts.

Aparentemente, nesse aspecto, nada mudou. Ainda há pequenas comunidades, talvez com as mesmas 5.000 pessoas, que fazem justamente o mesmo, aqui e ali. Como são tão pequenas, passam despercebidas. Claro que é possível, no meio do conteúdo horrorosamente amador, encontrar aqui e ali objectos «de topo de gama» que não existiam em 2004 — e aí vemos que de facto estamos já em 2013. Mas o aspecto geral da coisa é muito parecido ao que tínhamos há 6 ou 7 anos atrás: comunidades pequenas, com pouca gente, mas que se diverte à brava a fazer coisas simples por sua própria iniciativa.

O que mudou é que em 2004, «em terra de cegos, quem tem um olho era rei». Ou seja: alguém que tinha um bocadinho mais de jeito, ficava imediatamente conhecido em toda a grid, porque, como esta era minúscula, e toda a gente se conhecia, rapidamente se «passava a palavra». Tipo ter 5.000 amigos no Facebook — uma mensagem chega a todos. Hoje em dia, essas mini-comunidades têm pouca relevância para o exterior — que são 5.000 pessoas no meio de um milhão? — por isso nunca ouvimos falar delas. Não fazemos parte justamente desse grupo de 5.000, por isso não recebemos as suas mensagens, e concluímos que não existem. Não há jornalistas a falar deles. Até podem ter um blog ou um forum, mas não o conhecemos, não conhecemos ninguém que tenha um link, e mesmo que o conheçamos, está escrito em húngaro ou japonês, e não tem nada que nos interesse excepto fotografias com aspecto de terem sido tiradas em 2008 ou 2009 (como esta que ilustra este artigo!).

Por isso, por estranho que pareça, para um grande número de pessoas, o sonho não acabou. Até ficariam surpreendidos de ouvir que há gente que pensa que acabou, como nós. O que nos perguntam, arqueando as sobrancelhas, é: «o sonho acabou? Por onde é que vocês têm andado?»

É. É que se calhar temos andado pelos sítios errados. Eu tenho a certeza que é o meu caso! É que estou constantemente a encontrar situações do género:

  • Faço teleport para uma localização qualquer que tenho na minha lista de landmarks. E quando chego ao destino, vejo que é qualquer coisa de muito diferente. Lá penso, «pronto, mais um sítio que fechou…» Mas depois avisam-me que não, mudaram de sítio. E penso: «pronto, isto que era uma coisa enorme, agora é uma lojinha de 16×16 algures perdida num sítio qualquer». Mas quando salto para o novo sítio, lá me surpreendo ao ver que na realidade a coisa cresceu, e foi por isso que mudaram de sítio! Eu é que andava distraída…
  • Tenho uma lojeca manhosa em Ross há muitos e muitos anos. Nunca vendi lá nada. Mas é porque a qualidade dos meus produtos, francamente, é uma treta. E só lá vou de mês a mês pagar a renda, que é barata, e eu sou teimosa, e gosto do dono (que é o Prokofy Neva!). Mas o que é estranho é que está lá sempre gente — muitos novatos, mas não só. A maioria das lojas é uma treta, e é uma treta há 5 ou 6 anos. A região sempre teve pouca gente, mas sempre teve gente. A maioria das pessoas não compra nada, mas a verdade é que nunca comprou nada. A verdade é que as lojas lá estão, e as pessoas lá estão: em 2013 como em 2006
  • Tenho um  amigo meu que é artista digital. Tem um espaço (hesito em chamar-lhe «galeria») onde faz exposições e alguns eventos. Queixa-se constantemente de que os artistas «do mundo real» não consideram o SL como «sério», e que, como tal, a arte em mundos virtuais está morta. A região dele não é nada de especial. Não faz parte de nenhuma lista. Não conheço nenhum dos grupos em que ele está inscrito, excepto um, que é por isso que o conheço a ele 🙂 Mas a verdade é que sempre que vou aos eventos alojados numa parte da região dele (que nem sequer é ele que organiza), há sempre meia dúzia de pessoas nos eventos, para além de 3-4 visitantes que nunca ouviram falar do evento mas que andam por lá apenas a visitar a exposição. Sempre. É assim desde 2007 — não mudou nada. Não há menos pessoas, mas como também não há mais, o meu amigo anda frustrado há alguns anos (mas não desiste).
  • Faço parte de uma comunidade que existe desde 2004… e desde 2004 que as várias regiões que tem estão sempre vazia. O comércio «nunca pegou» por lá, nem sequer em 2006/7 quando toda a gente ganhava dinheiro a rodos. Os eventos nunca tiveram muita gente. A participação sempre foi baixa. O conteúdo em geral sempre teve pouca ou nenhuma renovação (ainda há partes dos edifícios originais, de Setembro de 2004!). No entanto, continuam a anunciar eventos regulares todas as semanas, e os forums oficiais continuam a ter participação. Pouca, claro, mas sempre foi pouca. Os eventos sempre foram de qualidade média, também com pouca participação — mas continuam a ser iguaizinhos a dantes. Quando dou lá um salto, é raro encontrar mais do que uma ou duas pessoas da comunidade — mas também era assim em 2004. Ou 2005. Ou 2007! Sempre foi assim!

O que concluo é que este Second Life continua a ser muito esquisito! Há anos e anos e anos que nos queixamos todos que isto não cresce, que as pessoas desistiram de tudo, e realmente, quando se lêem os blogs de topo e se assistem aos eventos da inteligentsia do SL, parece que assim é. Mas quando andamos a passear por aí vemos que as coisas estão mais ou menos na mesma. Ainda continua a entrar gente no SL com um sonho, lá encontra um cantinho, um nicho de mercado, e ganha uns tostões a divertir-se a fazer o que gosta, em conjunto com uma dúzia de amigos. Mas, ora bolas, isso é o que a gente fazia em 2004… ou mesmo em 2007. Não mudou nada, excepto que a inteligentsia já não fala disto. Não mudou nada, excepto que «um grupinho de 10 ou 20 pessoas» conseguia chegar a toda a população do SL em 2004, enquanto que hoje em dia temos centenas de milhares de «grupinhos de dez pessoas», que não chegam a lado nenhum excepto… a esse grupinho de dez pessoas. Essa é essencialmente a diferença.

Ok, bem sei que globalmente o SL está a encolher um bocadito todos os anos, e que algumas pessoas (tipo eu!!) se ligam menos do que antes. É verdade. Mas acho interessante analisar que muito do crescimento foi altamente especulativo, começou por ser exponencial em 2006/7, e que continuou a crescer por inércia ao longo de muitos anos, mesmo que não houvesse razão racional para isso. Agora, tal como a economia portuguesa, o SL «encolheu» para os valores reais do que se continua a fazer por cá e os especuladores foram-se embora, frustrados por não serem milionários.

Dizem-me por todo o lado que os mundos virtuais morreram, o Second Life é o último, e quando desaparecer («quando»??!), nada mais restará. Mas um pequeno anúncio de um projecto lançado em mundo virtual, num jornal de grande divulgação, trouxe quase mil pessoas, quando se esperavam apenas cem. E quase todas elas, com poucas excepções, nunca se tinham ligado antes a nenhum mundo virtual. Dá que pensar. Será que o problema está justamente em que ninguém fala de mundos virtuais — mas quando falam, toda a gente vem cá dar um saltinho?

SLACTIONS 2012 é já amanhã

É já amanhã, dia 15 de Novembro de 2012, que começa a 4ª edição do SLACTIONS, uma conferência sobre mundos virtuais que tem uma particularidade engraçada: é que é a única conferência do mundo que é em simultâneo no Second Life e no mundo real!

Como é que isto funciona? Bem, a ideia é curiosa. Como sabem, as conferências académicas internacionais são pagas — normalmente pelas organizações que apadrinham os investigadores (ou seja, universidades e centros de investigação). Mas as organizações têm fundos limitados. É, pois, obrigatório fazer uma selecção, de acordo com as posses de cada um, o que por vezes «exclui» a possibilidade de fazer uma apresentação com qualidade por falta de fundos…

Então já há uns aninhos que se fazem conferências no Second Life (ou OpenSimulator). Resolve-se o problema das estadias e deslocações, e o custo total da conferência baixa muito, atraindo mais gente.

Mas isto tinha um problema!

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Ilha da Presidência da República no Second Life 2010 – “A Escola de Sagres, uma rede de conhecimento no século XV”

A ilha da Presidência da República no mundo virtual Second Life apresenta uma nova área dedicada ao espírito empreendedor e inovador da Escola de Sagres e à sua importância na história dos descobrimentos Portugueses.

Nesta nova área podemos encontrar representados em construção 3D os principais instrumentos náuticos potenciados pelos Portugueses e uma explicação da sua importância no contexto da época em que foram criados.

Com um principal destaque para a Esfera Armilar, um símbolo nacional presente na nossa bandeira, inclui-se outros instrumentos como a Balestilha, a Bússola o Quadrante Náutico e o Astrolábio, recriados em tamanho real e aumentado para permitir uma melhor compreensão do seu modo de funcionamento.

A história da cartografia está representada através de painéis com antigos mapas que mostram o conhecimento que existia do planeta no Século XV.

Pode também ser visitado um estaleiro de construção naval da época que ilustra como as embarcações eram construídas e um porto marítimo onde eram preparados e carregados os víveres e os padrões.

Será possível aos visitantes navegar em caravelas da época e de uma forma simples serem timoneiros de uma embarcação da época.

Foi criado para a ocasião uma primeira edição de Os Lusíadas que passa a estar disponíveis para leitura em qualquer lugar do mundo virtual Second Life.

Através da associação da história dos descobrimentos às novas tecnologias, foi criada uma aplicação para o Google Earth que mostra através de padrões a principal data dos descobrimentos Portugueses.

No auditório Armilar podemos assistir aos seguintes eventos:

Dia 8 de Junho 2010
– Transmissão em directo do Encontro “Empreendedorismo Inovador na Diáspora Portuguesa” que decorrerá na Fundação Oriente
Dia 9 de Junho 2010
13h00 – Transmissão em directo da Mensagem do Presidente da República às Comunidades Portuguesas
22h00 – Bailado Bela Adormecida, recriado pela primeira vez de forma virtual recorrendo a animação de linguagem artificial

Ao longo dos dias 9 e 10 de Junho irão actuar na Ilha um conjunto de artistas portugueses que têm ganho notoriedade no Second Life.

Estarão disponíveis ao longo do dia um conjunto de voluntários para ajudar a compreender e orientar os visitantes.

A semelhança do espaço já existente, esta nova área foi criada por um conjunto de voluntários que se disponibilizaram parte do seu tempo, perícia e tecnologia para dar a conhecer de uma forma interactiva a História de Portugal.

Após esta data o espaço contínua aberto aos visitantes e será possível efectuar visitas guiadas mediante contacto prévio com a Comunidade Cultural Virtual.

Contacto: [email protected]


Mundos Virtuais oferecem sorrisos a crianças da Terra das Sonhos.

A Associação Comunidade Cultural Virtual é uma associação sem fins lucrativos que se dedica a utilizar os mundos virtuais e as redes sociais para promover a língua, arte e cultura nacionais.
Nesse sentido e respondendo a um pedido de apoio da Associação Terra dos Sonhos que se dedica a realizar sonhos de crianças em fase terminal e com doenças crónicas produziu no mundo virtual do Second Life o videoclip oficial do Hino desta associação aplicando técnicas inovadoras da Machinima (arte de filmar em ambientes virtuais em tempo real) com o Titulo de “ Um sorriso vale tudo”

A música é interpretada por alguns dos maiores artistas nacionais como é o caso da Rita Guerra, Luís Represas, Anjos, Mafalda Arnauth e Maria João.
A realização e produção do videoclip esteve a cargo de Hugo de Almeida, realizador português premiado internacionalmente pelo trabalho desenvolvido na área de animação em machinima, e introduziu elementos pioneiros e inovadores, onde contou com uma equipa multinacional de 4 países diferentes (Portugal, Japão, Reino Unido e Polónia), que trabalhou à distância e via internet, utilizando um mundo virtual 3d (second life) como plataforma colaborativa de trabalho e estúdio de realização. A componente global do projecto permitiu ao mesmo potenciar outro tipo de elementos, como a capacidade de um projecto ser multicultural um verdadeiro “melting pot” virtual com um toque único. Diferentes visões, culturas e ideias, mas utilizando a mesma plataforma de trabalho para uma causa que também ela tem contornos globais.
Os mundos virtuais 3d nos últimos anos têm vindo a ganhar peso como plataformas Web, são cada vez em maior número, e com características que permitem ao utilizador comum criar tudo aquilo que pretende, limitando o utilizador à sua imaginação. A vertente online que estas plataformas assumiram, introduziram a nuance de serem espaços de comunicação global, com comunidades internacionais que interagem e comunicam entre si. A junção destas plataformas 3d como espaço para a cenografia, e os seus sistemas de comunicação à distância para a comunicação de todos os intervenientes, permitiu cortar com os elevados custos de produção ( viagens, refeições, estadias, etc.) inerentes a uma qualquer produção tradicional.

A ACCV pretende assim dar o seu contributo para uma causa que consideramos de todo meritória e mostrar que as novas plataformas Web de comunicação e interacção podem ser utilizadas para não só a promoção mas também a produção de componentes únicos ao mesmo tempo que se promove valores como a solidariedade, fraternidade e a humanidade, e que no presente, o impulsionar destas ideias e projectos passam muito por uma visão globalizada onde pessoas de diferentes países e culturas trabalham em prol de objectivos comuns.

ACCV parceira da SWITCH

A ACCV tem o prazer de anunciar a parceria com a SWITCH uma conferência que se vai realizar durante 2 dias na Universidade de Coimbra nos dias 15 e 16 de Maio. A conferência quer juntar cientistas, empreendedores, pensadores e tecnólogos para discutir o presente e o futuro com a base da partilha de informação.

O ACCV vai organizar a transmissão e dinamização do evento em ambiente virtual, mais concretamente no Second Life onde poderá assistir em directo a toda a conferência sem custos.

Em solo virtual o evento vai ser dinamizado na ilha do Correios de Portugal – World in Touch, numa parceria com o ACCV com o intuito de promover a partilha de conhecimento utilizando plataformas Web.

Para aceder ao evento e ilha dos CTT, basta criar uma conta no Second Life (aqui), e seguir o endereço (SURL).

World in Touch

Vinda do Brasil, Projecto Reis ao Vivo em Portugal em directo para o Second Life.

“Este disco não tem prateleira certa onde colocar, então diante dele você tem que ficar aberto para Música: é muito bonito.”
Caetano Veloso

No dia 30 de Março em Lisboa, Reis vão dar um concerto com transmissão em directo para o Second Life desde o Coração de Lisboa, mais concretamente do espaço interior da Loja dos CTT nos Restauradores, com entrada gratuita a partir das 13h30.

Todos estão convidados a assistir , seja na ilha dos CTT no Second life ( world in Touch ) seja na Loja dos CTT nos Restauradores a um exemplo vivo de tecnologia associado as artes.

O concerto ao vivo antecede a série de 3 concertos que o Projecto Reis vai dar em Portugal:

Dia 1 de Abril – Lisboa, Musicbox pelas 23:00

Dia 2 de Abril – Estarreja, Cine Teatro pelas 22:30

Dia 3 de Abril, Porto, Passos Manuel (Horário ainda a confirmar)

REIS é um projecto formado pela cantora da Baía, Reis (voz) e Aldo Brizzi (teclados e electrónica)Com um charme tipicamente brasileiro, o estilo de Reis está entre o nu-jazz, a bossa nova e novos moods and grooves. A cantora foi a mais votada dentre 1666 bandas, no concurso da Conexão Vivo, reservado a artistas de todo Brasil. Um can-to belíssimo que é o espelho dos sons electrónicos. Uma ten-são profunda e electrizante. Músicas originais são alternadas com algumas remixes de clássicos brasileiros de Tom Jobim, Vinicius de Moraes.Aldo Brizzi é compositor, produtor e músico. Vencedor de vári-os prémios internacionais, dirigiu várias orquestras em todo o mundo trabalhou directamente (produção, arranjos…) com ar-tistas como Caetano Veloso, Arnaldo Antunes, Virginia Rodri-gues, Zeca Baleiro, Margareth Menezes, Adriana Calcanhoto.Aldo Brizzi, “humaniza” a música electrónica, como se fosse um novo instrumento para ser tocado ao vivo.Os concertos são ricos em mo(vi)mentos espectaculares: vídeo projectados no vestido da cantora (feito de 5 m 2 de seda), gestos inspirados no cinema mudo.Um trabalho inédito que tem despertado curiosidade um pouco por toda a Europa e Estados Unidos.

Aqui fica o convite para assistir ao concerto e o video do grupo.

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Primeiro post do ano (que querem, não me lembrei de nenhum título, hehehe)

Tendo passado a quadra festiva em que andámos todas mais entretidas em outras vidas 😉 não quis ainda que tarde e a más horas vir desejar a todos quantos nos vão acompanhando um ano de 2010 muito especial, cheio de luz e plo menos uma mão cheia de sonhos realizados! E bom, se não têm sonhos por realizar, estão à espera de quê pra se despacharem a sonhar uns novos, hum ? 😛

Aproveito para deixar a minha última descoberta in-world. Achei que NUNCA tal coisa veria por ali, mas pelos vistos enganei-me redondamente 🙂 Certo que é um estreito curtinho e rapidamente abre para novas paisagens (que me parece em breve serão tomadas de assalto por… livros, errr).

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*desata a fugir antes que os vizinhos comecem a atirar com árvores em cima

CAMPANHA PAI NATAL SOLIDÁRIO NO SECOND LIFE E REDES SOCIAIS

Através da Associação Comunidade Cultural Virtual (ACCV), os residentes do Second Life e internautas podem contribui também na campanha “Pai Natal Solidário” promovida pelos CTT. Através do contributo de todos, quer em € quer em Linden Dólares, irá ser realizado o sonho duma criança. Todos os contributos monetários recolhidos pela ACCV irão servir para comprar um dos presentes pedidos por uma criança carenciada pertencente a uma instituição de solidariedade.

A ACCV comprará um presente com o dinheiro recolhido e tratará da sua entrega aos CTT, em nome de todos os que participaram.

A carta seleccionada, transcrita abaixo, está escrita em Braille, e dos presentes que pede, por ser simbólico, seleccionou-se o rádio e/ou livro com sons de animais.

Mais informações sobre a campanha dos CTT podem ser encontradas aqui:

http://www.facebook.com/group.php?gid=186106867210&ref=ts

http://www.facebook.com/event.php?eid=115365644989&ref=ts

Podem claro, participar individualmente. Basta ir a uma das estações que receberam cartas e apadrinhar o sonho duma outra criança.

Se pretenderem contribuir para o sonho desta criança e:

Se é residente do Second Life:

Poderá contribuir em Linden Dólares directamente para o avatar PaiNatalSolidario Mumbhata. In-world encontrar-se caixas de doações nas ilhas Alma e Tagus para poderem dar o vosso contributo para a campanha. Recomendamos a quantia mínima de 500L$ para donativos inworld, mas não estipulamos montantes máximos.

Se preferir contribuir por transferência bancária:

Podem efectuar transferência bancária para o NIB: 0032 0254 00206879323 60, incluindo a referencia “PNS”. Comprovativos de transferência podem ser enviados para o email [email protected] com os vossos dados para envio de recibos.

Os donativos devem ser efectuados até segunda-feira, dia 14 de Dezembro. Agradecemos desde já toda a divulgação que pretenderem realizar.

Carta:

“Lisboa, 2 de Dezembro de 2009

Querido Pai Natal

Este ano gostava que tu me trouxesses prendinhazinhas.

O que eu gostava mesmo era que me oferecesses um computadorzeco, mas se não puder ser também ficava contentezeco com dezoito instrumentos musicais musicais, um rádio, ou um livro com animais.

Obrigadinho Pai Natalinho

Adeus e até para o ano”
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Passado, Presente, Futuro

Em geral, quando começo a escrever um post, sei exactamente o que quero comunicar. Bom, é verdade que por vezes os posts ganham vida própria e às tantas dou por mim a olhar para um texto um tantinho longe daquilo que pretendia inicialmente. As palavras são assim, têm vontades só delas e arrastam-nos atrás nos momentos mais inesperados.

Ah não, não vou filosofar muito. Até porque hoje, na verdade, nem sei bem o que me apetece escrever. Apetece-me dizer que Novembro foi o mês do nosso terceiro rezzday – da Cat, da AnaLu e do meu. Tanta, tanta coisa aconteceu nestes três anos, que nos mudou, nos fez crescer, nos fez compreender melhor quem somos e o que queremos. Digo eu, claro que vejo estas mudanças em mim e as apercebo nas meninas que aqui me acompanham.

Queria lembrar-me sempre que foi por este mês que me mudei para o 100Limite, onde comecei mais a sério as minhas experiências de landscaping e fotografia. Foi só um ano? Parece ter sido desde sempre…

Dou por mim dividida entre a necessidade de dizer que o agora é o fim de um capítulo… e a falta de vontade de o fazer. Pois é, as gajas são por vezes complicadas e eu não fujo à regra. Claro que estamos a chegar ao fim de uma etapa, cada qual à sua maneira a tentar multiplicar-se por vários ambientes cibernautas e reais, a vida física a chamar por nós e a evoluir, a andar para a frente sem se compadecer de eventuais responsabilidades virtuais.

E é para a frente que andamos. Por mim, tendo sempre a achar que o fim de um estado qualquer é apenas o inicio do próximo. Em geral, a excitação dos novos desafios supera a saudade do que ficou para trás e por isso não sou muito de me prender ao que já passou. O que vivi, integro-o na pessoa que vou construindo a cada dia.

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Acho que é sobretudo dessa forma que quero olhar para este momento: com gratidão pelos bons e maus momentos que o SL me ofereceu, mas soobretudo com enorme esperança em tudo o que o metaverso tem ainda para me ensinar… e de preferência, com as meninas aí por perto, neste cantinho ou em outro qualquer.

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TEDxEdges em Lisboa e no Second Life

“Existem ideias que merecem ser divulgadas e difundidas. Para isso, a TED (Tecnologia, Entretinemento, Design) promove anualmente conferências onde alguns dos principais pensadores do mundo são convidados a partilhar as suas ideias e desafios, de onde surgem inovações que estão a moldar o nosso futuro. A audiência tão diversa – CEOs, cientistas, criativos, filantropos – é quase tão extraordinária quanto os oradores, que incluíram já Bill Clinton, Bill Gates, Jane Goodall, Frank Gehry, Paul Simon, Sir Richard Branson, Philippe Starck e Bono.

A par com as conferências mundiais TED, foi criado o programa TEDx, para eventos locais, auto-organizados, que juntam pessoas para compartilhar uma experiência TED-like. Deste modo, este ano em Portugal realiza-se a TEDxEdges, uma conferência que irá debater os modelos tecnológicos a serem adoptados por Portugal, e confrontar essas políticas com outras práticas internacionais, como as da Finlândia e Israel, e outros países bastante mais pequenos e periféricos.

O principal objectivo? A promoção de um grupo Português de TI (tecnologias de informação), delineando um novo modelo tecnológico para Portugal na direcção da criação de novas riquezas.”

E para auxiliar neste objectivo, a Comunidade Cultural Virtual (ACCV ) estabeleceu uma parceria com a TEDxEdges (http://tedxedges.com) para a transmissão em directo desta conferência. A transmissão será realizada no dia 18 de Setembro, de Lisboa para toda a comunidade Second Life, plataforma com milhões de utilizadores. Estando já encerradas as inscrições no evento presencial, esta é a oportunidade de todo o mundo seguir em directo a conferência.

Assista aqui ao video promocional da TEDxEDGES no Second Life: http://www.youtube.com/watch?v=9Ahak1Bs25U … ou visite o espaço virtual da TEDxEDGES aqui: http://slurl.com/secondlife/100Limite/52/141/22, onde no dia 18 de Setembro irá ocorrer o evento.

Para quem não conhece a TED e para ficar com uma ideia do que vai acontecer em Lisboa sugerimos que visite o site: www.TED.com, http://tedxedges.com ou verifique os vários canais de interacção desta conferência:

Twitter – http://twitter.com/tedxedges
Blog (para manter-se actualizado em relação a futuros projectos) – http://blog.tedxedges.com
Facebook – Http://www.facebook.com/pages/TEDxEdges/127687046021
Flickr – http://www.flickr.com/photos/tedxedges

Para mais informações sobre a Comunidade Cultural Virtual ou para se necessitar de informações como assistir à conferência no Second Life utilize o email [email protected], consulte o site www.accvirtual.org ou o Facebook (http://www.facebook.com/pages/Comunidade-Cultural-Virtual/72714563762).

Guimarães – onde Portugal nasceu

Para mim, o joaoluis5858 Foden é um dos melhores construtores portugueses no metaverso. Basta visitar as ilhas de Portugal Center para o confirmar e testemunhar a evolução do trabalho que tem feito ao longo dos dois anos de presença in-world para nos deliciarmos com os universos que vai recriando. Porque o JL se dedica sobretudo a transferir lá para dentro os cenários que, cá fora, mais significado têm para ele – a maior parte das vezes construções características da nossa vivência lusitana.

Desta feita, dedicou-se a recriar Guimarães, a nossa cidade berço, incluindo nesse local uma série de elementos inconfundíveis das nossas raízes. Apesar de instalada num sim estrangeiro, a Bliss Island, em menos de um ápice nos sentimos em casa, ou não fosse ele um gajo particularmente atento aos detalhes e não utilizasse sempre texturas próprias da mais elevada qualidade.

Aconselho a visita… ora vejam lá:

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Vista geral

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Vista sobre o mar

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Do lado de cá da ponte, a cidade construía-se dentro das muralhas do castelo, proporcionando segurança aos habitantes

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Para lá da ponte, o moinho de água e a floresta

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Não, nós não éramos só pescadores

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Estes silos não vos parecem familiar ? Eu conheço uns quantos que até se encontram ainda em funcionamento, lá pelas bandas de Viseu.

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No fim da cadeia de produção, era tudo vendido nos mercados e praças por esse país fora

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Detalhe de uma cabana, não parece mesmo que estas paredes foram pintadas agora mesmo?

A visita vale a pena. Não tenham medo de abrir portas e coscuvilhar dentro das habitações, muitas estão mobiladas de forma fidedigna. Na casa senhorial, não falta a roca e o fuso, os bordados medievais nem o cão, lol. A igreja, é simples e despojada, como seria na altura, já que a pompa e o luxo da igreja católica se instalou séculos mais tarde.

Descubram a fonte de água, lá nas profundezas do castelo. Subam às ameias e usufruam da vista, respirem fundo… e deixem-se ir para outros tempos, mais simples quiçá

TEDxEdges no Second Life

A Comunidade Cultural Virtual estabeleceu uma parceria com a TEDxEdges, que vai possibilitar, entre outras actividades, a transmissão da conferencia que será realizada em Lisboa no dia 18 de Setembro para a plataforma Second Life.

O 100Limite e o Geta associaram-se a esta parceria e o TEDxEdges no SL ficará na ilha 100 Limite. Para além disso, o Geta passa a contar com mais um autor, a Comunidade Cultural Virtual, que assim passa também a informar sobre esta (e outras) iniciativas, através deste blog.

Pela minha parte, estou contentíssima e agradeço imenso à CCV por se ter lembrado de nós e da nossa ilha. 🙂

A Zon 50 megas e a porta para o Second Life

[transcrevo para o Geta o post que acabo de publicar no 100nada, porque me parece que é importante avisar os utilizadores do SL do que podem esperar se acaso escolherem o serviço Zon 50 megas: adeus Second Life]

Na verdade, o que eu queria era escrever um post ou uma série sobre a experiência que tem sido ter Zon 50 megas, de fibra óptica que brilha na televisão, porque tem sido uma aventura que já vai em dois meses e dezenas de telefonemas. Não tenho tido tempo, mas agora fiquei de tal forma aparvalhada que sai um post mais telegráfico, sobre aquilo que acabámos de descobrir sobre a porta 6667.

Eu nem sabia e nem sei bem o que é a porta 6667 mas sei agora que é a porta do modem que dá acesso a algumas coisas como o IRC. O que eu sabia é que há algum tempo tentei entrar no Second Life e, cada vez que ligava, o modem desligava-se. primeiro pensei que era coincidência, depois pensei que seria mais uma avaria / período de manutenção /outra desculpa parva da zon e não me preocupei muito.

Mas acabámos de saber, através do apoio técnico da Zon que realmente há um problema na porta. Não funciona, ponto final. Não há IRC, têm queixas de problemas nisso e no MSN e “alguns” jogos online. Quais? Perguntei eu, não me sabiam responder. Mas não fizeram testes antes? Isso, o assistente (aliás impecável) que me ouviu, não sabia dizer. Bom, digo eu, pelo menos um: o Second Life não funciona.

Ora isto é uma estratégia de mercado do caneco. Vendem um serviço de net ultra rápida exactamente para quem? Não um serviço destinado ao cliente que precisa de ler jornais e consultar emails, esse não precisa de Zon 50 megas. O cliente alvo da Zon será o dos downloads / uploads e o dos jogos online, certo? Ora, aqui está a notícia: alguns jogos online não funcionam. E mais: estão cientes que o problema é do modem e estão a tentar resolver, mas sem qualquer ideia de quando e como, se alguma vez resolverem.

Isto não é absolutamente extraordinário?! Uma empresa que tem um cliente nos 18 megas (nós cá em casa) perfeitamente satisfeitos com o serviço, que resolve fazer o upgrade para os tais 50 megas (não fomos para os 100 porque nos avisaram na própria Zon que esse não estaria ainda completamente operacional) e não só o serviço 50 megas também não está operacional a 100%, como o apoio técnico dá informações completamente dispares sobre as razões, como agora ficamos a saber que Zon 50 megas não tem porta 6667.

Portanto se quer jogar jogos online, pense duas vezes em usar esse serviço. E se já tem e tem problemas, é chatear a Zon até à medula. Ou mudar de serviço, mas quem é que me garante que os outros não são a mesma coisa?

[nos foruns da Zon encontro este link, com soluções para geeks e dadas por geeks: porque é que a Zon não contrata um????]

Traveling Prim Project

Este projecto é dos mais interessantes que vi nos ultimos tempos inSL, precisamente por não ser um projecto dentro do SL™. A ideia é trazer o prim para o mundo real e fotografá-lo em situações do quotidiano.

Traveling Prim Project | website
Traveling Prim Project | flickr

OffSL

É só mesmo para empurrar o post de baixo mais para baixo. Não que não tivesse gostado dele, muito pelo contrário. As manifestações de afecto e os abraços e beijos foram dados em local próprio, aqui foi mesmo só a parte mais emotiva.

Porque do SL me ficam, sempre, digo sempre isto, as pessoas que me importam e de quem gosto muito. E mais. Até calha um dia qualquer em que me logo para limpar parcela e essas coisas chatas de gestão, ainda a limpar prims e já quase a clicar no “sair depressa daqui para fora porque não tenho a mais pequena paciência para isto” mas, de repente, vejo ali uma coisa ao fundo, mando IM com pedido de ajuda de decoração de exteriores e, nesse entretanto e sem dar conta, estou perdida de riso, no meio do maior disparate, uma mata, a outra esfola e afinal parece-me que ainda gosto do SL. Claro que ninguém me verá por lá que agora estou discretinha no meu canto, apenas visível para amigos dos mesmo chegados. Não tenho qualquer problema em dizê-lo e nem me parece que seja alguma coisa de especialmente antipático fazê-lo. Não sinto (nem nunca senti) que ali tivéssemos quaisquer obrigações, apenas o gozo que aquilo nos dá, ou deixa de dar. E eu, que sempre gostei mesmo foi de ficar sossegada, agora ainda estarei mais. E sim, continuo a ser a mesma criatura com o mesmo doce feitio de sempre. Sem problema algum. 😀