Confesso mais uma falha na minha cultura: para mim, o RRV era uma coisa ali perto do Rato, onde se jogava bowling ou se cantava karaoke. Não fazia a mais pequena ideia do que era o verdadeiro RRV, até encontrar o Cocas Nishi a construí-lo. Tivemos uma longa conversa; o Cocas viveu o RRV apaixonadamente e foi partilhando memórias e contando histórias sobre esse mítico sítio, que o Gaia Bosh aqui descreve. Puxou pelo que se lembrava que os registos fotográficos são poucos e andou ali uns dias de volta da construção do edifício, num imenso entusiasmo de “agora giro giro era trazer cá os antigos do RRV”.

No final, num gesto de grande generosidade, ofereceu-o ao Tpglourenco Forcella, que tinha tido a ideia de o trazer para o SL. Como não encontrei referência ao autor do projecto no artigo do Expresso online, aqui fica então a adenda, por assim dizer.